3 de Julho de 2009

Funcionais e atrativos

Publicado por admin em Treinamento | Enviar por e-mail.

 

O consumidor atual, até mesmo o de menor poder aquisitivo, busca associar suas compras a uma saúde melhor. Foi assim que explodiram a produção e consumo de diets e lights , e dos orgânicos também. Na mesma trilha, um nicho está crescendo de maneira excepcional: o de lácteos funcionais. As indústrias investem em lançamentos, e as vendas avançam a passos firmes. “Lácteos funcionais são produtos derivados do leite, com a adição de bactérias que beneficiam o organismo. Essas bactérias fazem parte do nosso organismo, mas com o estresse e a correria do dia-a-dia as perdemos; os lácteos funcionais as repõem. Além de nutrir, esse alimento fortalece o sistema imunológico e ajuda no funcionamento do intestino”, explica a nutricionista Vanessa Mazochi. Com o aumento da expectativa e da qualidade de vida da população, os alimentos têm servido também como fonte de prevenção das doenças. Os primeiros a reconhecer os poderes dos alimentos funcionais foram os japoneses. Depois de muitos estudos, essa categoria foi regulamentada. Hoje, a linha de alimentos funcionais é ampla. O segmento de lácteos envolve iogurte, leite fermentado, sobremesas e todos os produtos do gênero. Dentro do mercado de lácteos, os iogurtes funcionais vêm mostrando sua força. O produto já ultrapassou o light em faturamento. Segundo a Nielsen, o mercado de iogurtes no Brasil movimentou R$ 2,65 bilhões no ano passado, e o mercado de iogurtes total cresceu 2,4%. “Algumas empresas estão investindo mais nestes produtos que em produtos lights”, conta a instrutora do Curso Gestão Nota 10 (G-10), Rachel dos Mares Guia. O iogurte tem ampla presença na mesa do consumidor. Está presente em 87,9% dos lares, segundo dados da LatinPanel 2008 . “E ainda há um grande potencial de consumo no Brasil, que ainda é considerado pequeno, comparado com o de países da Europa ou mesmo com o da vizinha Argentina, que consome três vezes mais que o Brasil”, conta o gerente de trade marketing da Danone, Marcelo Costa. E se antes estes produtos eram para um público de classe alta, hoje eles já se popularizaram, as pessoas se preocupam cada vez mais com a saúde e o bem-estar. (Fonte: Gôndola, nº 165, junho de 2009)

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