2 de Setembro de 2010

Equipotel 2010

Publicado por admin em Treinamento, Feiras, Gastronomia

 

Com o objetivo de debater tendências e discutir temas relevantes aos segmentos de Hotelaria e Gastronomia, atualizando os participantes e colocando-os em contato com profissionais que estão na vanguarda dos setores em questão, o Equip Conference 2010 terá uma programação específica para cada área de atuação.

Este ano, a novidade fica por conta da parceria firmada com a Associação Brasileira de Governantas e Profissionais da Hotelaria (ABG), que durante dois dias vai promover o 1º Workshop de Governança Hoteleira,  com temas relevantes ao setor de governança, concursos para estimular os profissionais e desfile de moda profissional.

Como as atividades dos dois segmentos acontecem simultaneamente, em períodos de duas horas, o participante escolhe a programação por palestra, podendo alternar entre o Equip Conference Hotelaria e oEquip Conference Gastronomia. As inscrições vão até 6 de setembro.

Clique aqui para ver programação completa e se inscrever no Equip Conference Hotelaria.

Clique aqui para ver programação completa e se inscrever no Equip Conference Gastronomia.

Clique aqui para ver programação completa e se inscrever no Workshop de Governança Hoteleira.

5 de Agosto de 2010

Vinho branco já era conhecido ha 3300 anos no Egito

Publicado por admin em Gastronomia

Em 2006, pesquisadores da Universidade de Barcelona anunciaram, em trabalho publicado no "Journal of Archaeological Science" a descoberta de três ânforas vinicas. Em cada uma havia três tipos distintos de vinho: na ânfora situada aos pés do faraó, na direção leste da câmara funerária, havia vinho branco; na ânfora situada a oeste, sobre a cabeça do faraó, vinho tinto; e finalmente na ânfora situada ao sul, um tinto doce, licoroso, chamado shedeh.

A equipe que identificou o vinho branco era composta por Maria Rosa Guasch-Jané, Maite Ibern-Gómez, Cristina Andrés-Lacueva e Rosa Maria Lamuela-Raventós, do grupo de pesquisa de Antioxidantes Naturais do Departamento de Nutrição e Bromatologia da Faculdade de Farmácia, e Olga Jáuregui, dos Serviços Cientifico-Tecnicos da UB.

A ânfora na qual o vinho branco foi identificado encontra-se no Museu Egípcio do Cairo, e contem uma inscrição referente ao faraó e esta assinada pelo mestre vinhateiro Khaa. Tutancamon foi faraó da décima oitava dinastia(1333-1323 antes de Cristo) e sua tumba foi descoberta pelo egiptólogo britânico Howard Carter, no Vale dos Reis, em Luxor, em 1922. Segundo María Rosa Guasch-Jané, "as ânforas de vinho que estavam nas tumbas eram oferendas funerárias". "No Novo Império(1550-1070 antes de Cristo) as ânforas levavam inscrições sobre o produto e seu ano, e até dados sobre o vinicultor, mas nunca se referiam ao tipo de vinho que continham", completa Rosa María Lamuela-Raventós, diretora da investigação.

"No Egito antigo, o vinho era consumido principalmente pela família real e a alta classe", afirma Maria Rosa Guasch. Além do mais, o vinho tinha um simbolismo religioso muito importante para aquela cultura, e eram oferecidos aos mortos. Quando um faraó morria, os egípcios acreditavam que o universo só voltava a harmonia com um enterro apropriado, em ritual que permitiria uma caminhada segura rumo a vida eterna. Dentro desta ótica, entende-se que a disposição das três ânforas tinha um significado simbólico que os egiptólogos ainda não conhecem exatamente mas possuem hipóteses bem razoáveis para explicá-las, embora as pesquisas nesse sentido ainda prossigam.

Uma hipótese antiga eh que o vinho tinto simbolizava a ressurreição dos mortos, uma vez que esta bebida simbolizava o sangue do deus Osiris, o primeiro que renasceu entre os mortos(vejam portanto que o vinho tinto, representando sangue divino, não é primazia do cristianismo). Esta hipótese poderia explicar a ânfora situada a oeste da câmara funerária de Tutankamon: era a direção na qual o faraó deveria seguir para ressuscitar. Todavia, não ha hipóteses coerentes, ainda, para explicar por que a ânfora situada ao sul tinha shedeh, a leste vinho branco, e por que não havia uma quarta ânfora ao norte", admite Rosa Lamuela.

O trabalho, o primeiro ha conseguir distinguir os tipos de vinho nas ânforas de 3300 anos, baseou-se em analisar amostras dos resíduos, apos a total evaporação do vinho, das três ânforas da câmara funerária, bem como de outras cinco ânforas encontradas em câmara anexa. Estas oito ânforas foram especificamente selecionadas, entre as 26 do "enxoval" funerário de Tutancâmon, porque suas inscrições indicavam "irp" (vinho) ou shedeh (uma bebida cuja origem ainda se discute: alguns estudiosos do assunto acreditam que que se obtem da fermentação de uvas, e outros de frutas distintas como granadas).

De posse das amostras, primeiramente foi usada a técnica de cromatografia líquida para separar os vários componentes do resíduo, e depois uma espectrometria de massa para identificar cada ingrediente. Em todas as amostras identificou-se acido tartarico, uma substancia que proveniente somente das uvas e que demonstra que o shedeh é na realidade um tipo de vinho. Todavia, acido tartarico sozinho não é capaz de identificar se é vinho tinto ou branco.

Para averiguar, os pesquisadores da Un. de Barcelona desenvolveram uma técnica que detecta resíduos de malvidina(faz parte da categoria das antocianina, e é um dos principais pigmentos presentes na uva). Com o tempo, a malvidina desaparece e se transforma em substancias mais complexas a medida que o vinho envelhece. Por suas vez, estas mesmas substancias se decompõem, produzindo acido siríngico. Assim, basta submeter as amostras a reações químicas adequadas e verificar se ao final da reação produzem ácido siríngico. Este foi o procedimento adotado para verificar quais ânforas tinham vinho tinto(por exclusão, as ânforas que não produzissem este acido, era vinho branco).

Assim, na analise final do resíduo de cor escura da ânfora encontrada a oeste da câmara funerária, foi identificado acido siringico. Portanto, vinho tinto. No resíduo escuro da ânfora ao sul, na qual continha shedeh, também apareceu acido siríngico: vinho tinto novamente. Por fim, na ânfora a leste, em que havia resíduo de cor clara, não se encontrou rastro de ácido siríngico: portanto, vinho branco.

A pesquisa, financiada pela Fundação para a Cultura do Vinho e pelo grupo Codorniu, prova que os egípcios já elaboraram vinho branco 1500 anos antes do que se aceitava até aquele momento(2006). Antes desta pesquisa, as evidencias mais antigas de elaboração de vinho branco no Egito eram registros de 200 anos depois de Cristo. "O achado de vinho branco na câmara funerária de um faraó, acrescenta Lamuela, demonstra que, igualmente que ao vinho tinto, também se dava grande valor a ele".

Os melhores vinhos egípcios eram os cultivados no Delta do Rio Nilo e nos oasis do oeste. Na mitologia egípcia também se relacionava a cor vermelha, alem do sangue como descrito acima, a cor que o Nilo adquiria durante suas inundações anuais. Era graças a essas inundações que as terras às margens do rio Nilo ficavam fertilizadas, próprias para a agricultura. Assim, o vermelho simbolizava a vida, seja porque simbolizava o sangue sagrado, seja simbolizando a fertilização das terras de onde tiravam seus alimentos.

Durante o período transcorrido entre o Antigo Império(2575-2134 antes de Cristo) e o Novo Império (1550-1070 antes de Cristo), as tumbas dos nobres eram decoradas com imagens de vinicultura e elaboração do vinho.

Divulgação: Enogastronomia - Jandir Passos / Terra S/A / Foro egiptomania(Espanha)

::: Guia GPHR :::

5 de Junho de 2010

3º Congresso Brasileiro de Gastronomia & 1º Simpósio Regional de Ciência e Tecnologia de Alimentos

O 3º Congresso Brasileiro de Gastronomia & 1º Simpósio Regional de Ciência e Tecnologia de Alimentos, organizado pelo Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília e pela Secretaria Executiva da Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos do Distrito Federal (sbCTA-DF), ocorrerá entre os dias 10 e 13 de agosto de 2010, na cidade de Brasília.

A gastronomia vem ganhando importância cada vez maior dentro da economia nacional, especialmente no que se relaciona ao setor turístico. No meio acadêmico, ela estabelece conexões com diversas ciências e exerce papel considerável na compreensão do homem, da vida em sociedade e dos códigos comportamentais e determinados contextos históricos. O estudo científico da alimentação abrange as perspectivas técnicas, históricas e regionais dos alimentos, desde a etapa da produção da matéria-prima, até o preparo e o consumo, acompanhando também os processos de fabricação, armazenamento, transporte, higienização e comercialização.

Com o tema “Alimentos: da alquimia à ciência”, o 3º Congresso Brasileiro de Gastronomia & 1º Simpósio Regional de Ciência e Tecnologia de Alimentos tem como objetivo fortalecer as relações entre a comunidade científica e empresas do setor, reunindo estudantes, pesquisadores e profissionais das diversas áreas relacionadas aos alimentos, oferecendo um espaço para a troca de conhecimentos, divulgação de pesquisas e produtos e valorizando os alimentos regionais da biodiversidade brasileira, em especial, do Cerrado.

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16 de Maio de 2010

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17 de Março de 2008

MEL – “O NÉCTAR DOS DEUSES” … E DE NÓS TAMBÉM

Publicado por pedrolino em Ingredientes, P & D, Gastronomia

No decorrer dos séculos, a humanidade sempre procurou alimentos que fornecessem energia, saúde e longevidade; como já sonhava Hipócrates (filósofo grego há 2500 anos) um alimento de alto valor medicinal.
Entre tantos alimentos naturais ou processados, o mel merece destaque. Por não depender tanto do clima, solo, condições sociais, políticas e/ou econômicas, está espalhado pelos quatro cantos do planeta, com características únicas de sabor adocicado e coloração dourada única e foi considerado pelos antigos egípcios, fenícios, africanos e asiáticos como “ouro líquido” em épocas remotas.
Enquanto na Índia não se consome carne de vaca, entre os judeus carne de suínos, há índios ainda antropófagos; enfim, cada país com diferentes costumes e alimentos, há apenas duas coisas amplamente consumidas em quase todo o mundo, das mais primitivas às mais evoluídas, das mais ricas às mais pobres, dos cultos aos incultos: água e mel.
Segundo estimativas, o mel é produzido há cerca de vinte milhões de anos pelas abelhas e consumido desde antes dos humanos por outros animais, principalmente os mamíferos.
As abelhas, aliás, têm representado para os seres humanos, exemplos naturais de vida em sociedade organizada. Algumas saem da colméia em busca do néctar das flores, onde tudo começa. Chegam então a visitarem e coletarem a partir de cinqüenta a mil flores setenta miligramas (70 mg) de néctar. Na colméia, seguram esse néctar em uma vesícula (entre o estômago e o esôfago) até passar para outra abelha que manipula durante vinte minutos na boca esse néctar, diminuindo a quantidade de água dele e depositando sobre uma célula (favo). Uma vez enchido um favo, esse é fechado com cera e após dois dias esse produto já se transforma em mel, podendo servir como suplemento alimentar da colméia por mais de um ano.
A partir dessa etapa o homem entra em ação. Num local limpo e arrumado para esses fins (apiário) e aplicando-se fumaça fria para afugentar o excesso de abelhas, retiram-se os favos, centrifuga-se o mel e filtra-se o mesmo, decantando por mais cinco dias a 35 ºC. Após essas etapas, o mel está pronto para ser envasado em embalagens de vidro ou plástico e acondicionado por até três anos.
À primeira vista, o mel pode parecer uma mistura monótona de açúcares, um melado. Porém, deve ser considerado um alimento rico por possuir muitas vitaminas (como as do complexo B), sais minerais (cálcio, fósforo, sódio) e ácidos orgânicos (fólico, pantotênico) benéficos à saúde humana.
Como preventivo, poderíamos assinalar uma série de benefícios: é absorvido rapidamente pelo organismo, sendo o açúcar ideal para maratonistas, protege o sistema imunológico, previne cálculos biliares e arteriosclerose, não provoca cáries, combate a anemia, melhora a memória, combate infecções no sistema gastro-intestinal, aumenta a longevidade, entre outros.
Mas, nos surge a pergunta: por que, com tantos benefícios o mel ainda é um produto tão pouco difundido e consumido, especialmente no Brasil? Até o século XIX, sem a expansão do açúcar branco era ele consumido como fonte de sabor doce em receitas mais diversas. No entanto, com a monocultura em massa do açúcar branco e baixo preço do mesmo, houve forte lobby e pressão de empresas alimentícias do mundo todo no uso dessa “comoditie”, generalizando seu consumo.
Como herança de um colonialismo selvagem, países como o Brasil adotaram a agricultura moderna e latifundiária, estabelecendo um domínio do açúcar frente a outros produtos que pudessem oferecer alternativas à população. Em face disso, a produção do mel pouco evolui tecnicamente e não recebe (recebeu) incentivos políticos para disseminação e maior qualidade do produto, limitando-se seu consumo (pela menor produção e maior preço) às classes mais abastadas e como idéia de sobremesa, e não como alimento, nutritivo e de alto valor biológico.
Por isso, países subdesenvolvidos e em desenvolvimento, como o Brasil vêem-se frente a frente com um paradoxo: de um lado combater a anemia e a desnutrição, causada pela falta de alimentos à uma parte sensível da população mal e pouco alimentada e do outro lado combater a obesidade, causada em grande parte pelo consumo exagerado de um povo que no último século foi “ensinado” a consumir produtos cheios de açúcar.
Outrossim, o mel não possui uma regulamentação, padronização e fiscalização sérias, levando muitos produtores a adicionarem outros produtos no mesmo, falsificando-o e desacreditando o produto junto aos potenciais compradores.
Respondida a primeira pergunta a você, leitor, outras certamente surgem e vão esclarecendo-lhe: será o mel um produto ruim ou pouco utilizado; será que há interesse das multinacionais alimentícias na pesquisa e melhor/maior uso tecnológico do mesmo; por que o açúcar é produto de cesta básica brasileira e o mel não o é (pressão de multinacionais e grandes produtores de açúcares,talvez), entre tantas outras.
Atualmente e cada vez mais, nós, os consumidores conscientes da nova era, queremos nos alimentar e não só comer, ingerindo substâncias que nos forneçam energia e principalmente representem um meio de prevenção à diversas doenças.
Por fim, lembremos que o mel, esse produto que se fez presente em todos os períodos da história humana é o que a Mãe Natureza nos oferta de mais simples e que, como muitas vezes em outros momentos da vida, substituímos e, não raras vezes, muito mal.

Pedro Henrique Baptista de Oliveira
Pesquisador/professor Instituto de Laticínios Cândido Tostes
EPAMIG
ph2eal@yahoo.com.br
pedrohenrique@epamig.br
32 91176126

17 de Agosto de 2006

Caviar: Iguaria Milenar

Publicado por Total Food em Gastronomia

O Caviar é uma especialidade culinária e surgiu na Rússia, nas cortes dos czares Ivan IV, o Terrível , Nicolau I e Nicolau II, e é certamente uma das iguarias mais sofisticadas que se tem conhecimento.

O que é atualmente iguaria absoluta já foi comida fornecida aos suínos, mas depois virou artigo de luxo nas mãos dos czares russos devido ao paladar intenso e também pela sua escassez, tornando-o caro e raro no mundo todo. A maioria do caviar é produzido na Rússia e Irã a partir de peixes capturados no Mar Cáspio, Mar Negro e no Mar Azov.

A qualidade das ovas do esturjão está diretamente relacionado ao tipo de peixe do qual essas ovas são retiradas. As espécies de esturjão (Família Acipenseridae), que produzem caviar, são por ordem de tamanho: Beluga ( Huso huso ), Osetra ( Acinpenser gueldenstaedtii colchicus ), e Sevruga ( Acinpenser stellatus ).

Esse produto é obtido de ovas de peixe separando-os dos tecidos conjuntivos e dos ovários, e são peneiradas, e posteriormente realizando-se os processos de salmouragem, adição de aditivos e as vezes para a pasteurização para a sua preservação. As ovas precisam ser retiradas do peixe ainda vivo num prazo máximo de quinze minutos para depois serem peneiradas, lavadas e secas.

Caviar de qualidade mais baixa é feito através de ovos imaturos e danificados que possuem uma quantidade maior de sal e são prensados. Esse produto é o obtido de ovas, separando-as dos tecidos conjuntivos e ovários, posteriormente são peneiradas, efetuando-se o processo de salmouragem, adição de aditivos e pasteurização para a sua preservação. As ovas devem ser retiradas dos peixes, os quais devem estar vivos, num prazo máximo de quinze minutos, para depois serem peneiradas, lavadas e secas. “Payusnaya” é um produto secundário, que consiste maioritariamente de ovos prematuros ou danificados durante o processo de recolha e separação; e esse alimento possui maior teor de sal (10%) e é prensando, exportado e enlatado em outro local.

De acordo com Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal, as ovas de pescado desde que convenientemente aproveitadas, poderão ser destinadas à elaboração de conservas do tipo “caviar”. Além das propriedades sensoriais características, as ovas de pescado em conserva deverão se enquadrar nas seguintes especificações:

• não conter mais de 10% de cloreto de sódio;

• nitrogênio titulável pelo formol não excedendo de 0,05 %;

• não dar reação de gás sulfídrico livre;

O alimento citado anteriormente pode ser pasteurizado, mas as alterações nas características sensoriais após tratamento térmico pode não ser apreciado pelos consumidores. A alta concentração de sal e a estocagem em temperaturas adequadas não representam medidas preventivas para o caviar.

Essa importante iguaria pode causar doenças transmitidas por alimentos (DTA´s) já que os ovos dos peixes são importante fonte de vitaminas, minerais e proteínas. O caviar pode ser contaminado por bactérias deteriorantes, mas também por bactérias patogênicas, como por exemplo: Staphylococcus aureus, Salmonella sp., Vibrio sp. e Clostridium botulinum, acarretando riscos a segurança alimentar, caso esse alimento não seja manuseado corretamente.

Pesca indiscriminada e comércio ilegal do esturjão são práticas que devem ser urgentemente coercíveis, evitando-se, assim, a escassez desse importante peixe, o qual é a principal matéria-prima do caviar, e que também se constitui em meio de sobrevivência de muitas pequenas

cidades e aldeias que vivem há vários séculos em função da pesca e da produção dessa iguaria.

Referências Bibliográficas

BRASIL - Ministério da Agricultura. R.I.I.S.P.O.A. Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal.1952.

SAFFRON, I. A Estranha História e o Futuro Incerto da Iguaria mais Cobiçada do Mundo. 320 p. 2004.

SOCIEDADE NACIONAL DE AGRICULTURA. Produção Sustentável do Caviar. Associated Press , Moscou, Jan./1997 Disponível em: http://www.snagricultura.org.br/meioamb03.htm

YUROVA, Y. Rússia Pretende Declarar Monopólio do Estado sobre a Pesca do Esturjão. Russian News & Information Agency. 03-03-2005.

Dra. Cristiane Miranda é Médica Veterinária; Doutoranda em Higiene Veterinária e Processamento Técnico de Produtos de Origem Animal. Faz parte da equipe da SABORES & LETRAS.

Fonte: www.saboreseletras.com.br

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