18 de Julho de 2010

Semana do laticinista

 

A Semana do Laticinista, realizada pela primeira vez em 10 de julho de 1950, originou o Congresso Nacional de Laticínios, cuja primeira edição aconteceu em julho de 1972. O evento, idealizado por um grupo de técnicos e professores do Instituto de Laticínios Cândido Tostes, conquistou reconhecimento junto à comunidade científica e atualmente é considerado marco na história do agronegócio do leite no Brasil - segmento Indústria. É o único fórum destinado exclusivamente às discussões e às ações pertinentes e inerentes à indústria de laticínios brasileira, bem como uma oportunidade de reciclagem do conhecimento para técnicos em leite e derivados.
Em 10 de julho de 1950, o idealizador e fundador da Semana do Laticinista, Sebastião Senna Ferreira de Andrade, destacou no discurso de abertura: “é dever patriótico promover uma reunião entre profissionais com o mesmo ideal e para um mesmo fim, para estabelecer as bases amistosas de união de esforços dispersos em benefício do progresso da indústria de laticínios do país”.

O 1º Congresso Nacional de Laticínios

Já em 10 de julho de 1972, a então Semana do Laticinista - o maior acontecimento nacional do segmento, já na 23ª edição – teve sua transcendência enriquecida pela realização simultânea com o 1º Congresso Nacional de Laticínios. A grande importância que a indústria laticinista ocupava no contexto nacional à época exigia uma reformulação geral dos ideais anteriores, além de um alargamento de relações industriais.
Atualmente, em sua 26ª edição, o Congresso Nacional de Laticínios vêm prestando valiosas contribuições técnico-científicas para a cadeia agroindustrial do leite, por meio de cursos, palestras, mesas-redondas e painéis, cujos temas têm sido de grande interesse e aplicabilidade para os profissionais e estudantes que freqüentam os eventos.
O advento da internacionalização da economia e do conhecimento, fortalecido na década de 1990, provocou a reformulação do Congresso Nacional de Laticínios, adequando-se à filosofia do novo cenário político, econômico e social que se delineava. Neste contexto, o espírito de cooperação técnico-científica, do debate de idéias e da busca de soluções que atendam às exigências crescentes dos consumidores dos países envolvidos vem sendo incrementado a cada edição do evento.
A idéia é levar aos participantes uma visão estratégica do futuro, em que predominará a competitividade empresarial. Assim, os mais recentes trabalhos técnicos científicos, o que há de mais moderno em máquinas, equipamentos, embalagens e ingredientes para a indústria de laticínios estarão sempre presentes no Congresso.

CNL

38ª Expomaq

     A 38ª Exposição de Máquinas, Equipamentos, Embalagens e Insumos para a Indústria Laticinista (Expomaq) – um dos eventos que fazem parte do 27º Congresso Nacional de Laticínios, organizado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais  (Epamig), vai apresentou este ano novidades tecnológicas de empresas do Brasil e do exterior. A exposição foi realizada no Expominas  Juiz de Fora.  

 

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37ª Expolac

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Considerada uma importante vitrine para apresentação de produtos lácteos v

indos de todas as partes do Brasil, a Exposição de Produtos Lácteos (Expolac) é um dos eventos que ocorre simultaneamente ao Congresso Nacional de Laticínios. O objetivo é mostrar a crescente evolução do setor laticinista, oferecendo um espaço nobre, que permite livre acesso aos visitantes da feira. Democrática, a Expolac reúne laticínios de todo o país, independentemente do tamanho da empresa, das tecnologias aplicadas ou dos derivados fabricados.
Todo ano, cerca de 10 mil visitantes percorrem o estande da Expolac em busca de novidades no setor de alimentos derivados do leite. O espaço promove degustação dos produtos expostos, de maneira a divulgar a qualidade das empresas que participam do evento. A exposição é ainda uma ótima oportunidade para que representantes comerciais busquem novas marcas e produtos lácteos com os quais têm interesse em trabalhar. A cada ano, cerca de 80 empresas de todo o país utilizam a Expolac para lançar novos produtos e apresentá-los ao público, o que significa expor mais de 900 tipos de produtos diferenciados.

 

O Instituto

O Instituto de Laticínios "Cândido Tostes" (ILCT) vem desde 1935, contribuindo decisivamente para o permanente crescimento da indústria brasileira de laticínios, desenvolvendo e difundindo tecnologia, capacitando pessoal para a indústria e atividades correlatas e formando técnicos que ocupam cargos diversos, como professores, inspetores da SIPA/MA (Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal / Ministério da Agricultura) gerentes técnicos de cooperativas e indústrias lácteas, administradores de fábricas, proprietários de indústrias e diretores de grandes empresas no ramo de laticínios e equipamentos industriais.

Hoje, o ILCT possui reconhecimento, imagem e conceito positivos junto à comunidade técnico-científica e junto ao setor produtivo no Brasil. O seu reconhecimento mundial estende-se a mais de sessenta países, através dos especialistas do setor. Este sucesso foi conseguido graças ao modelo de Ensino-Pesquisa-Extensão do ILCT, cujo desenvolvimento foi sempre calcado na conjugação equilibrada entre a teoria e a prática.

No início

Em 1890, a Fazenda São Mateus, foi comprada pelo Dr. Cândido Teixeira Tostes. Dr. Candinho, como era carinhosamente conhecido, nascido em 05 de fevereiro de 1842, era bacharel em Direito e foi Diretor do Banco de Crédito Real de Minas Gerais. Homem dinâmico e inteligente, de grande projeção no meio ruralista, implantou, nas fazendas São Mateus e Sant’Ana, lavouras de café, tornando-se o maior cafeicultor de Minas e por isso cognominado o Rei do Café. A 9 de abril de 1927, falecia aos 85 anos. A escolha do nome do Instituto de Laticínios "Cândido Tostes", seria em sua homenagem.
Entra aqui o Solar dos Tostes: na década de 30, a Fazenda São Mateus, em Juiz de Fora, Minas Gerais, costumava receber visitantes ilustres, entre eles, o Presidente Getúlio Vargas e o Governador do Estado de Minas, Benedito Valadares. Em maio de 1935, o Dr. Benedito Valadares transferiu a sede do Governo de Minas Gerais para a Fazenda São Mateus e lá promulgou o Decreto nº 50, de 14 de maio de 1935, criando em Juiz de Fora - MG, a Indústria Agrícola "Cândido Tostes", sendo este nome em homenagem aquele personagem ilustre, antigo dono da fazenda que tanto fizera pelo desenvolvimento da região de juiz de Fora.
Ao ser inaugurada, em 03 de setembro de 1940, já seu nome havia sido mudado para Fábrica-Escola de Laticínios "Cândido Tostes"(FELCT).

Também a Fábrica Escola, sofreria mudanças.

No dia 3 de setembro de 1956, portanto, 16 anos após a sua inauguração, passa a denominar-se Instituto de Laticínios "Cândido Tostes", através da Lei 1.476, integrado à estrutura da Secretaria de Estado da Agricultura do Estado de Minas Gerais, usufruindo de todas as prerrogativas que o novo título possa lhe conferir.
O Instituto adiantou-se à concepção social de educação, vigente nos dias atuais, que propõe a vinculação da escola ao mundo do trabalho. Ali, esta circulação vem ocorrendo de forma equilibrada favorecendo o diálogo escola e empresa, pela articulação natural entre a teoria e a prática. O aluno é o portador que leva as tecnologias de ponta, colhidas na escola e novos produtos ali desenvolvidos, para a empresa e dela traz as demandas que o mercado consumidor está a exigir. A sua infra-estrutura permitiu consolidar ainda mais a formação especial, com destaque para o setor de estágio supervisionado. Vale ressaltar que, grande parte deste processo deve-se ao fato de a Instituição trabalhar em regime de tempo integral, o que tornava possível realizar uma carga horária com cerca de 4.900 horas/aula, em um período de 3 anos e meio.
Em 1974, o Governo do Estado de Minas Gerais, através da Lei nº 6310, autorizou a constituição da Empresa de Pesquisa Agropecuána de Minas Gerais - EPAMIG, cujo objetivo era responder pela linhas de pesquisa no Estado, analogamente ao trabalho realizado pela EMBRAPA - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, a nível nacional. O Governo do Estado estava deslocando o Instituto de Laticínios "Cândido Tostes" da estrutura da Secretaria de Agricultura, transferindo-o à recém criada Empresa, com todas as suas atividades e o seu patrimônio. Assim o ILCT tinha institucionalizado a sua atividade de pesquisa.

Os programas de ensino e pesquisa são executados em perfeita integração, sendo que os trabalhos desenvolvidos pela pesquisa constituem instrumento básico no aprimoramento técnico do ensino em laticínios. Casamento perfeito entre duas atividades fins: Ensino e Pesquisa, algo sonhado pela Universidade Brasileira, presente na realidade de uma escola de ensino técnico.

A institucionalização da pesquisa através da EPAMIG tomou impulso rápido, pela base que encontrou no ILCT; o espírito de pesquisa estava instalado desde a criação, na distante década de 30. De então, até 1980, contou-se com o frutífero trabalho de tecnologia estrangeira, notadamente européia, de fabricação de queijos, manteiga e outros produtos lácteos, em que os processos adequados às condições brasileiras, eram de imediato transferidos à indústria nacional.

Toda a organização existente foi mantida guardando integral fidelidade à sua tradição e ao postulado inscrito na parede de entrada de seu núcleo industrial. "Para saber mandar é preciso saber fazer - para saber fazer é necessário aprender fazendo".

 

Quem é quem no Instituto de Laticínios Cândido Tostes

No Instituto de Laticínios Cândido Tostes, as decisões são tomadas após reunido o colegiado denominado Comitê Gerencial, composto pelos seguintes membros, a saber:

Comitê Gerencial:

Pesquisadores:

 

Presença do Prof. Gerson Occhi - Chefe do CENS/ILCT e do O presidente da Epamig, Baldonedo Arthur Napoleão no jantar de confraternização dos Técnicos em laticínios formados em 1985 no Instituto de Laticínios Cândido Tostes em Juiz de Fora, MG.

 

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18 de Julho de 2010

Feiras internacionais geram US$ 20 milhões para fabricantes de biscoitos no primeiro semestre.

Publicado por admin em Marketing, Feiras, Associações

A participação de fabricantes de biscoitos na Fancy Food, realizada em Nova York no final de junho, deverá somar mais US$ 3,5 milhões em exportações do setor. Marilan, Mabel, Selmi e Bauducco foram as empresas que participaram da feira por intermédio do Projeto Setorial Integrado – PSI - da Associação Nacional das Indústrias de Biscoitos – ANIB – em parceria com Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex – Brasil.

Elas fizeram mais de 200 contatos com compradores de países como Estados Unidos, Canadá, México, Paraguai, Angola, Porto Rico, Panamá, Bahamas, Chile e Ucrânia, que resultaram em contratos fechados da ordem de US$ 500 mil para os próximos dois meses e mais US$ 3 milhões nos próximos 12 meses.

A estratégia da ANIB dentro de sua política de expansão de mercados em âmbito internacional é estar presente nos principais eventos internacionais da área de alimentação e confectionery, em todos os continentes. O objetivo é ampliar as exportações de biscoitos, massas, bolos, panetones e outros produtos de panificação brasileiros. “Os números comprovam que temos tido sucesso”, comemora José dos Santos dos Reis, vice-presidente da ANIB.

Desde o início do ano, as empresas que participaram de feiras e eventos com compradores internacionais fizeram negócios que chegam a US$ 20 milhões. A ANIB participou, em janeiro, da ISM, realizada na Alemanha, com resultados da ordem de US$ 2 milhões e em fevereiro, da Gulfood, em Dubai, que gerou negócios da ordem de US$ 6 milhões. Em maio a entidade realizou em São Paulo uma Rodada de Negócios com 19 empresas, de nove países da América Central e América do Sul, na qual foram gerados negócios que devem atingir US$ 8 milhões até o fim do ano.

Em outubro os fabricantes de biscoitos seguem para Paris, para participar da SIAL, umas das mais importantes feiras mundiais, que reúne a cada dois anos fabricantes de alimentos, distribuidores, importadores, varejistas, aspectos institucionais e catering.

CRESCIMENTO EM 2010

Apesar do cenário econômico mundial, o setor brasileiro de biscoitos encerrou o ano passado 2,5% acima de 2008, em volume, fechando o ano com um total de 1milhão 206 mil toneladas. A previsão para 2010 é de um crescimento de 3%.

Esta produção deverá continuar mantendo o Brasil como o segundo maior mercado de biscoitos no mundo, ficando abaixo somente dos Estados Unidos. Os demais países do ranking são Inglaterra, Alemanha e França. No quesito consumo, o Brasil ocupa o 12º lugar, com uma média per capita de 6,3 quilos por ano, considerada modesta se comparada com outros países.

Informações para a imprensa: Fatos & Notícias

Nadine Filippe (Mtb 11047) – fatosenoticias@terra.com.br

Skype: Nadine Filippe

Renata Lelis – re.fatosenoticias@terra.com.br

Tels.: 11 3541-3658 / 3541-3774 / 3171-2316

Julho/2010

10 de Julho de 2010

27° Congresso Nacional de Laticínios

 

Apresentação

O Instituto de Laticínios lança o 27° Congresso Nacional de Laticínios, a ser realizado entre 12 e 15 de julho de 2010, em Juiz de Fora/MG. Tradicionalmente, este evento tem discutido temas relacionados a ciência, tecnologia e nutrição em Leite e Derivados, à dinâmica do ambiente econômico e tecnológico, à exportação de lácteos e à necessidade das empresas na melhoria constante de seus produtos e processos.

As organizações têm sido estimuladas pelo ambiente competitivo a avaliar e comprometer-se em reduzir o impacto, atual e futuro, de suas operações sobre o meio ambiente. Os consumidores, conscientes das limitações de recursos naturais e da premência do desenvolvimento sustentável, passam a exigir das empresas empenho em adotar comportamento ambientalmente adequado, especialmente no segmento industrial, exercendo forte pressão sobre estas indústrias e sobre entidades governamentais. Atitudes sustentáveis não constituem, portanto, opção das companhias, mas uma das bases para sua sobrevivência no mercado e sinal de desenvolvimento econômico.

Esta 27ª edição do Congresso Nacional de Laticínios abordará o tema “Sustentabilidade e Responsabilidade Ambiental na Pesquisa, no Desenvolvimento e na Inovação em Produtos Lácteos”, e pretende fomentar a discussão de soluções para programas ambientais, abrangendo a prevenção da poluição, a administração dos impactos durante todo o ciclo de vida dos produtos lácteos e a utilização de tecnologias ambientalmente adequadas.

Acreditando contribuir mais uma vez de modo decisivo para o desenvolvimento de nossa indústria, nosso Congresso se apresenta como agradável encontro para somar novos conhecimentos científicos, promover a integração profissional e favorecer a identificação de inovações tecnológicas sustentáveis para o setor lácteo no Brasil e exterior.

Histórico

A Semana do Laticinista, realizada pela primeira vez em 10 de julho de 1950, originou o Congresso Nacional de Laticínios, cuja primeira edição aconteceu em julho de 1972. O evento, idealizado por um grupo de técnicos e professores do Instituto de Laticínios Cândido Tostes, conquistou reconhecimento junto à comunidade científica e atualmente é considerado marco na história do agronegócio do leite no Brasil - segmento Indústria. É o único fórum destinado exclusivamente às discussões e às ações pertinentes e inerentes à indústria de laticínios brasileira, bem como uma oportunidade de reciclagem do conhecimento para técnicos em leite e derivados.
Em 10 de julho de 1950, o idealizador e fundador da Semana do Laticinista, Sebastião Senna Ferreira de Andrade, destacou no discurso de abertura: “é dever patriótico promover uma reunião entre profissionais com o mesmo ideal e para um mesmo fim, para estabelecer as bases amistosas de união de esforços dispersos em benefício do progresso da indústria de laticínios do país”.

O 1º Congresso Nacional de Laticínios

Já em 10 de julho de 1972, a então Semana do Laticinista - o maior acontecimento nacional do segmento, já na 23ª edição – teve sua transcendência enriquecida pela realização simultânea com o 1º Congresso Nacional de Laticínios. A grande importância que a indústria laticinista ocupava no contexto nacional à época exigia uma reformulação geral dos ideais anteriores, além de um alargamento de relações industriais.
Atualmente, em sua 26ª edição, o Congresso Nacional de Laticínios vêm prestando valiosas contribuições técnico-científicas para a cadeia agroindustrial do leite, por meio de cursos, palestras, mesas-redondas e painéis, cujos temas têm sido de grande interesse e aplicabilidade para os profissionais e estudantes que freqüentam os eventos.
O advento da internacionalização da economia e do conhecimento, fortalecido na década de 1990, provocou a reformulação do Congresso Nacional de Laticínios, adequando-se à filosofia do novo cenário político, econômico e social que se delineava. Neste contexto, o espírito de cooperação técnico-científica, do debate de idéias e da busca de soluções que atendam às exigências crescentes dos consumidores dos países envolvidos vem sendo incrementado a cada edição do evento.
A idéia é levar aos participantes uma visão estratégica do futuro, em que predominará a competitividade empresarial. Assim, os mais recentes trabalhos técnicos científicos, o que há de mais moderno em máquinas, equipamentos, embalagens e ingredientes para a indústria de laticínios estarão sempre presentes no Congresso.

 

Congresso Nacional de Laticínios

21 de Maio de 2010

Nova identidade visual

Publicado por admin em Marketing

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18 de Maio de 2010

Brasil Food Trends 2020.

Publicado por admin em Treinamento, Marketing, Congressos, Associações

Brasil Food Trends 2020

Na foto Humberto Afonso (Diretor Alibra), Luis Renato Rodrigues (Diretor genkor Ingredientes), Osvaldo Costa (Diretor total Food) , Luis Madi (Diretor Geral do ITAL).

Brasil Food Trends 2020 evento realizado na FIESP.

http://www.flickr.com/photos/totalfoodbr/

16 de Maio de 2010

Facebook

Fique fã, espaço reservado para informações da indústria de alimentos.

6 de Maio de 2010

Programa “Brasil Food Trends 2020”

Publicado por admin em Treinamento, Marketing

 

Local de realização:
Ed. Sede FIESP - Av. Paulista 1313, São Paulo - SP

Data do evento:
18/5/2010

Horário do evento:
08:00 às 13:00


Programa:
8h00 - Credenciamento
Moderador e Mestre de Cerimônia - Guto Abranches
9h00 - Abertura e Lançamento do Projeto Brasil Food Trends 2020
9h30 - Apresentação da Publicação BFT 2020 e da Pesquisa Nacional Fiesp/IBOPE sobre o Perfil do Consumo de Alimentos no Brasil
- Raul Amaral Rego, Coordenador Técnico do BFT 2020
- Mario Sergio Cutait, Diretor Titular Adjunto do Deagro/Fiesp
- Helio Gastaldi, Diretor de Atendimento e Planejamento do Ibope Inteligência
- Marcelo Castilho, Gerente de Atendimento e Planejamento do Ibope Inteligência
10h40 - Debate
11h10 - Produtos e Soluções Inovadoras para a Indústria de Alimentos
- Marlene Bregman, Vice Presidente de Negócios Corporativos da Leo Burnett Brasil
11h40 - As Tendências no Varejo e Distribuição
- Alexandre Vasconcellos, Diretor de Tecnologia do Grupo Pão de Açúcar
12h10 - Usando as Tendências para alavancar a Indústria de Alimentos e Bebidas
- Marco Simões, Vice Presidente de Comunicação e Sustentabilidade da Coca-Cola Brasil
12h40 - Debate
13h00 - Encerramento
*Programa sujeito à alteração



Portal Fiesp

5 de Maio de 2010

Brasil Food Trends 2020

Publicado por admin em Treinamento, Marketing

18 de Janeiro de 2008

Águia de Ouro vai falar do sorvete pelos cinco sentidos

Publicado por admin em Gelados Comestíveis, Marketing

Escola vai entrar na avenida de branco e prata para ‘congelar’ o Anhembi.

A sensação de gelado, as cores que fazem arregalar os olhos, os aromas variados, o gosto quase sempre bom e o som do samba que fala dele. O sorvete por meio dos cinco sentidos (tato, paladar, olfato, visão e audição) é o que vai mostrar a escola de samba paulista Águia de Ouro.

A quarta a desfilar no dia 1º de fevereiro tem como enredo “A taça da felicidade, uma viagem pelos sentidos às delícias dos sorvetes”. O samba será interpretado por Serginho do Porto.

Para simbolizar o tato, a comissão de frente e o carro abre-alas vão entrar no Anhembi cobertos de branco e prata com o objetivo de “congelar” a avenida. Na comissão de frente, as fadas da neve serão as primeiras a anunciar a era do gelo. Em seguida virá a bateria fantasiada de esquimó, o casal de mestre-sala e porta-bandeira vestido de acordo com o tema gelo e o abre-alas, um carro de 38 metros, com uma imensa geleira artificial feita de fibra que vai simbolizar o tato.

“Vamos levar o universo do gelo para o desfile”, afirma o carnavalesco da escola, Victor Santos. A opção de colocar a bateria na frente, diferentemente de outras escolas, é “para mostrar que é a menina dos olhos da Águia”, diz Santos.

A bateria adiantada foi uma estratégia adotada pela escola no desfile do ano passado. Com tradição de inovar, o grupo pretende levar outra surpresa para a avenida neste ano, garante o mestre Juca, que chefia os ritmistas. Ele, no entanto, diz que o segredo só será revelado no Anhembi. “Estamos ensaiando separados do restante da escola, para não vazar [a surpresa]”, diz.

Colorido

Após uma parte só de branco e prata, a escola começa a ficar colorida nas duas alas que antecedem o segundo carro, cujo tema será a visão. O carro terá três olhos que se mexem e piscam encantados com o colorido dos sorvetes.

Depois da visão, será a vez do olfato. Bonecos de deuses dos ventos vão soprar aroma de diversos sabores como baunilha, morango e chocolate pela avenida. “É para deixar a platéia com água na boca”, comenta o carnavalesco.

Além de doce e gelado, o sorvete, para a Águia de Ouro, também tem sabor de romance. E é com beijos amorosos de um casal de bonecos em cima de um carro alegórico que a escola vai simbolizar o paladar.

Para completar os cinco sentidos, o último carro vai falar da audição. E como abordar o som quando o tema é sorvete? “O samba-enredo da escola canta e exalta o sorvete e é assim que vamos falar da audição”, explica Santos.

O doce sabor do sorvete é a esperança da Águia para conquistar seu primeiro campeonato neste carnaval de 2008. A melhor colocação da escola, fundada em 1976, foi um quarto lugar nos desfiles de 2001 e 2007, segundo conta o carnavalesco.

Globo.com

15 de Janeiro de 2008

Acadêmicos do Tucuruvi contará a história do sorvete e promete distribuir picolé no Sambódromo

Publicado por admin em Gelados Comestíveis, Marketing

Plantão | Publicada em 15/01/2008 às 10h30m
Carol Knoploch, Diário de S. Paulo

SÃO PAULO - A Acadêmicos do Tucuruvi, escola da zona norte da capital, promete um desfile frio apenas no tema do enredo: “hummmm….é tempo de sorvete, do oriente ao ocidente, o alimento refrescante e nutritivo”. Na avenida, os 3 mil componentes da agremiação querem esquentar a arquibancada com o samba e a empolgação. E até vão distribuir picolés para refrescar o público.

Além da Tucuruvi, o sorvete será tema do enredo da Águia de Ouro, que abordará as sensações que o sorvete provoca.

- A desvantagem será de quem desfila em segundo. Tudo o que a gente apresentar será novidade - declarou o carnavalesco Armando Barbosa, da Acadêmicos do Tucuruvi, fissurado em sorvete de morango, daqueles cremosos.

Ele diz que o público terá surpresas em seu desfile.

- Vamos fazer nevar na avenida e o último carro vai distribuir picolé e jogar cheiro de sorvete no ar - diz ele.

Criativo, ele coloriu a bateria de rosa, creme e marrom, como o sorvete Napolitano (morango, creme e chocolate). Armando estréia esse ano na Acadêmicos do Tucuruvi. O abre-alas contará a origem do sorvete. É um carro geleira, branco, prata e furta-cor.

- Poucos sabem que o sorvete foi inventado na China. Vem de 1.000 a. C. Algum cozinheiro criativo usou flocos de neve para fazer uma sobremesa - explicou Armando, que tem carinho especial pelo carro da corte portuguesa, o terceiro do desfile. Atrás virá do carro do Imperador Nero, que mandava escravos ao alto das montanhas para colher neve para depois misturá-la com mel e frutas.

- É a nossa raspadinha.

Segundo Armando, duas grandes damas estarão no carro da corte portuguesa para representar a briga pelos “mestres sorveteiros”.

- Elas se pegavam mesmo. Uma roubava o mestre da outra. Até que os portugueses trazem, para cá a receita. Chegam pelo Rio. No carro, D. Pedro II estará no alto do Corcovado à espera da novidade. As frutas estarão todas sorridentes. E teremos um navio que representará a chegada de 217 toneladas de gelo - contou Armando, que garante que D. Pedro gostava de sorvete de pitanga.

A comissão de frente é surpresa e as baianas farão homenagem a Catarina de Médicis, responsável por difundir o sorvete por vários países da Europa. Uma ala vai lembrar Marco Polo, o mercador veneziano que levou a receita do sorvete para a Europa, junto com a do macarrão. O desfile terá ainda a descoberta do sorvete cremoso, picolé, casquinha, banana split…

4 de Janeiro de 2008

Blogs tem baixo custo e podem ter alto retorno

Publicado por admin em Marketing

Para as pessoas que realmente acreditam no método, em pequenas empresas, trata-se de uma ferramenta de baixo custo e alto retorno que responde por funções de marketing e relações públicas, destaca o perfil da empresa e permite construir uma marca.

A ferramenta de que estamos falando são os blogs, ainda que as pequenas empresas que dispõem de blogs continuem a ser uma distinta minoria. Uma recente pesquisa da American Express constatou que apenas 5% das empresas com menos de 100 funcionários dispõem de blogs. Outros especialistas estimam proporção ligeiramente superior.

Mas embora os blogs possam ser úteis a muitas outras empresas, nem mesmo os especialistas em blogs recomendam a idéia à maioria das companhias.

Guy Kawasaki, empresário serial, sócio diretor da Garage Technology Ventures e blogueiro dos mais prolíficos, expressa a questão da seguinte maneira: “Se você fabrica roupas ou opera um restaurante, um blog não deve receber, em sua lista de prioridades, posição tão importante quanto a necessidade de produzir boas roupas ou servir boa comida”.

Manter um blog requer muito tempo e certo talento como escritor, e nem todas as pequenas empresas dispõem desse tipo de recurso.

Mas algumas companhias estão em situação ideal para um blog. Os mais evidentes candidatos, de acordo com Aliza Sherman Risdahl, que escreveu um livro sobre os usos dos blogs, são as empresas de consultoria. “Elas são especialistas em seus campos, e o negócio delas envolve dizer aos outros o que fazer”.

Para outras empresas, diz Risdahl, encontrar um motivo para manter um blog pode ser um desafio, a menos que o setor atendido requeira que os consumidores ou clientes passem por aprendizado complexo, como o comércio de vinhos, represente um estilo de vida associado a determinados produtos e serviços (animais de estimação, camping) ou sirva a uma missão social (lutar pelo meio ambiente ou angariar doações para caridade.)

Mas mesmo nesses nichos, diz Risdahl, as empresas precisam se concentrar em uma estratégia para seus blogs, e determinar se elas têm o suficiente a dizer. “Como consultor, um blog claramente pode ajudá-lo a ser contratado”, disse. “Se você está vendendo um produto, é preciso ser muito mais criativo, porque ninguém gosta de ler anúncios”.

Sarah Endline, presidente-executiva da sweetriot, uma produtora de chocolates orgânicos, disse que começou um blog alguns meses antes de fundar sua empresa, em 2005, para oferecer aos interessados uma visão de como o processo empresa funcionaria desde o marco zero.

Essa espécie de transparência é um motivo popular para um blog, especialmente no caso de empresas que desejem ser identificadas como socialmente responsáveis ou dedicadas a uma missão.

Um post típico no blog da sweetriot descreve a chegada do primeiro embarque de cacau da empresa, vindo da América do Sul, e de como Endline se encontrou com o caminhão, depois que ele passou pela alfândega no aeroporto internacional Kennedy, em Nova York.

Ela escreve sobre como inspecionou o embarque, e elogia o presidente da transportadora Gateway, que a ajudou a organizar as caixas de modo que pudesse examinar o produto. “Na sweetriot, não usamos a palavra ‘fornecedor’, porque acreditamos em trabalhar em parceria com todos os nossos contatos”, ela afirmou.

Para empresas do setor de tecnologia, ter um blog é praticamente obrigatório. Ainda assim, Tony Stubblebine, fundador e presidente-executivo da CrowdVine, uma empresa que cria redes sociais para conferências, disse que um dos principais motivos para manter um blog é demonstrar que seu modelo de negócios difere do adotado pelas empresas iniciantes típicas.

“Todo mundo no Vale do Silício se concentra em financiamento por grupos de capital para empreendimentos e em desenvolver uma estratégia de saída”, ele afirma. “Porque meu foco não é levantar dinheiro, posso me concentrar nos meus clientes, já que eles não servem simplesmente como plataforma para uma oferta pública inicial ou aquisição”.

Ele acrescentou que “estou tentando criar uma comunidade de assistência a pequenas empresas de Internet, como a minha. Minha filosofia quanto a blogs é como o modelo de fonte aberta no setor de software. Uma espécie de conceito hippie. Se posso ajudar outras pessoas, me sinto pessoalmente recompensado. E essas pessoas provavelmente retribuirão de alguma maneira”.

Stubblebine diz que ele conquista novos clientes basicamente por indicação de sua clientela atual, e usa o blog como forma de divulgar notícias para seus amigos e para pessoas influentes no setor, além de como maneira de apresentar credenciais aos seus clientes. “É por isso que falo do crescimento da empresa”.

David Harlow, advogado e consultor especializado em serviços de saúde em Boston, diz que criou o HealthBlawg, o seu blog, como maneira de divulgar seu trabalho, depois que ele deixou o emprego em um grande escritório de advocacia e abriu um escritório próprio. Além disso, começar um blog era um processo fácil. E a tecnologia utilizada era bastante simples.

Agora, depois de quase dois anos de blog, Harlow se declara satisfeito com os resultados. O seu blog recebe 200 a 300 visitas por dia, diz, e também se tornou fonte regular de citações para publicações que querem dados sobre questões regulatórias no setor de saúde. Além disso, o blog também lhe valeu alguns clientes, e permitiu que ele estabelecesse relacionamentos com outros blogueiros no ramo do direito (que se definem como blawgers), além de contatos com consultores de todo o país.

Muitos dos blogs de pequenas empresas atingem seus objetivos mesmo que atraiam apenas algumas dezenas ou centenas de leitores. Mas há companhias com objetivos muito mais ambiciosos.

A Denali Flavors, uma empresa fabricante de sorvete em Michigan, licencia os sabores que desenvolve para outras sorveterias e serve como exemplo de pequena empresa dotada de verbas publicitárias limitadas. Por isso, decidiu usar uma série de blogs para criar conscientização de marca quanto ao Moose Tracks, seu sabor de sorvete mais popular.

John Nardini, que dirige o marketing da Denali e responde pelos blogs da empresa, disse que experimentou com diferentes tipos de blog, nos últimos anos, para determinar qual deles gerava maior tráfego. Um dos blogs acompanha uma equipe de ciclismo patrocinada pela Denali que estava levantando dinheiro para um orfanato na Letônia. Outro falava sobre o paradeiro do personagem Moose, que surgia em cenários famosos da geografia e história norte-americanas.

Mas o blog de maior sucesso em termos de tráfego, e por larga margem, foi o Free Money Finance, que nada tem a ver com o negócio da Denali. O plano de Nardini era criar um blog com tráfego suficiente para servir como veículo de mídia independente controlado pela Denali Flavors, tendo a empresa como única patrocinadora e anunciantes.

Ele optou pelas finanças pessoais porque sabia que essa é uma área que atrai muitas buscas na Web e porque não seria difícil postar repetidamente sobre o tema. E é exatamente isso que ele faz, cinco vezes por dia, durante a semana.

Nardini emprega ferramentas gratuitas como o Google Analytics e o Site Meter para compreender como as pessoas chegam ao site e que palavras chave estão atraindo buscas. O Free Money Finance recebe 4,5 mil visitas ao dia, e os visitantes em média observam duas páginas, o que quer dizer dois anúncios do sorvete Moose Tracks. O esforço custa cerca de US$ 400 ao ano, excluído o salário de Nardini.

O site também aceita anúncios, que geram entre US$ 30 mil e US$ 40 mil anuais, integralmente doados pela empresa para organizações de caridade. “Nós veiculamos anúncios porque isso legitima o site; o dinheiro não é o mais importante”, disse Nardini. “Nossa esperança é que as pessoas vejam o logotipo do Moose Tracks em um algum lugar comercial e pensem, ‘olha, é aquele sorvete que anuncia no site que visito todos os dias’”.

NYT

21 de Dezembro de 2007

Paraná é o quatro maior consumidor de sorvete do País

Publicado por admin em Gelados Comestíveis, Marketing

Setor espera fechar o ano com faturamente 6% maior

Ana EhlertJonas Oliveira

Verão é tempo de curtir o sol e, também, se refrescar. O sorvete, que também alimenta, é uma das sobremesas preferidas nesta época do ano para combater o calor — 70% dos 505 milhões de litros produzidos no País são consumidos entre setembro e março. O Paraná está entre os quatro estados brasileiros que mais consomem e produzem sorvetes, segundo o vice-presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (Abis), Hélio Granotto Viero. “Mas não temos números exatos do setor devido a informalidade e também ao fato de que as indústrias do Estado são de médio para pequeno porte”, explica.

Ficam à frente São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. “Embora a associação não trabalhe com números regionais essa é mais ou menos a divisão”, afirma Granotto. O presidente da Abis, Eduardo Weisberg, ressalta que 30% da produção nacional de sorvetes ficam em São Paulo e as regiões Sul e Sudeste, respondem por 60% do consumo nacional do produto.

Apesar do clima andar, digamos, um pouco bagunçado, a previsão para este ano é de fechar o ano com um mercado 15% maior e um faturamento de R$ 806 milhões — 6% acima do contabilizado no ano passado. No Paraná, a produção e o consumo de sorvete acompanham a indústria nacional do produto, segundo Granotto Viero, dono da fábrica de sorvetes Granotto, umas das maiores do Estado.

Uma das mais tradicionais sorveterias de Curitiba, a Sorveteria do Gaúcho, aberta desde 1954, mantém seus clientes pela conservação dos sabores. Segundo Leila S. dos Santos, que administra a sorveteria fundada pelos pais, a venda para este ano será boa e deve crescer em torno de 20 a 30%, mas ela lamenta a mudança de alguns clientes.

Portal Paranaense

8 de Dezembro de 2007

O mercado de sorvetes

O tópico da conveniência para os produtores industriais

Seguindo a coletânea de artigos iniciadas pelo artigo publicado na Sorveteria Brasileira de número 172, se dedica o início deste a tratar do tópico conveniência e as ações dos produtores industriais. Define-se conveniência, como o conjunto de esforços no sentido de eliminar barreiras que dificultem o fluxo de produtos entre produtor e consumidor e a utilização dos produtos pelo consumidor. Estas barreiras podem ser de vários tipos, e serão aqui, para maior facilidade, divididas em dois grupos distintos: aquelas entre a indústria e o revendedor, e as barreiras entre o revendedor e o consumidor final dos produtos.

Barreiras entre o produtor e os revendedores

Garantir o acesso do consumidor final aos produtos depende de garantir o suprimento contínuo aos revendedores. Estes revendedores, sejam eles super e hipermercados, bares, padarias e lojas de conveniência são fundamentais por se tratarem do último elo da cadeia entre produtor e consumidor. É fundamental que seu número seja grande e bem distribuído, provendo fácil acesso ao produto. Sobre eles, algumas das dificuldades que podem constituir barreiras:
• Disponibilidade de equipamentos frigoríficos: muitos potenciais revendedores, situados em locais de grande fluxo, não dispõem de equipamento de refrigeração adequado para armazenar sorvetes. Fornecer freezers a esses clientes é uma saída que tem possibilitado o crescimento de muitos industriais do sorvete em nosso país. O tamanho do equipamento é também importante : que esteja de acordo com o tamanho do potencial de vendas e com o intervalo entre o tempo das entregas para a região ( que sua capacidade seja suficiente para armazenar sorvetes por um período superior aquele em que serão feitas as entregas).
• Entregas: o consumo de sorvete é largamente dependente do clima, e a sazonalidade deriva em grande medida desta característica: por exemplo, embora haja uma tendência normal a redução de consumo durante o inverno, caso ocorram alguns dias com clima quente e ensolarado é natural haver uma certa pressão com a ampliação do consumo de sorvetes neste período. O serviço de atendimento comercial e de entregas deve ser pensando de maneira a lidar com essas flutuações e oscilações. Primeiro, é fundamental, tanto em relação ao trabalho dos vendedores quanto do serviço de entregas, estabelecer uma periodicidade de idas a uma região, seguindo um roteiro racional, em que possa haver inclusive vinculação entre o trajeto do vendedor e o das entregas : programá-las para que o vendedor visite uma região um ou dois dias antes da entrega prevista para aquela região, por exemplo, garante agilidade. Essa periodicidade faz com que os clientes, os pontos de venda, se habituem a manter um certo nível de organização e planejar as suas compras. No entanto, é preciso ser flexível para entender que os clientes podem planejar suas compras, não suas vendas: que essas são largamente afetadas pelo efeito do clima e que variações de clima e sua pressão sobre as vendas devem ser acomodadas de alguma forma, com algum tipo de serviço especial, no serviço de entregas: sempre de maneira a garantir o suprimento ao cliente, a garantir o ponto de venda abastecido.
• Condições Comerciais: preços e prazos praticados devem ser coerentes com o momento, seja do cliente, seja da variação normal de sazonalidade. Prazos mais elásticos e condições de preços mais favoráveis para, quando da introdução do produto, o ponto de venda ter condições de estabelecer uma clientela, criando volume de compras. Dessa forma, reduz-se a necessidade de capital de giro do comerciante que deseja ser um revendedor do produto: e se o investimento necessário se torna menor, há quantitativamente um número maior de comerciantes em condições de fazê-lo.

Barreiras entre o produtor e o consumidor

Comunicação visual

O uso da comunicação visual, seja na construção de material visual de apoio de ponto de venda ( posters e adesivação de freezer), seja no design de embalagem, deve ter como um de seus objetivos tornar o produto acessível a todos os públicos. Por exemplo, o uso de cores e de imagens que ajudem a identificar o sabor do produto ( imagens de frutas, por exemplo) servem para facilitar a compreensão por parte de crianças em idade pré-escolar e de adultos que não sejam alfabetizados. Nesse quesito, algumas idéias a respeito das embalagens e apresentação visual :
• Braile: inserir inscrições nas embalagens dos produtos permite o acesso mais fácil dos deficientes visuais,
• Línguas estrangeiras : mercados importantes no cenário nacional recebem frequentemente turistas de outros países. Não ter o nome e descrição de seus produtos em seu material promocional e de embalagens, pelo menos em Inglês, pode diminuir a chance de o produto ser consumido por turistas.

Embalagem- tamanho e adequação

Como brevemente mencionado no artigo de abertura, a criação de novos tamanhos de embalagem tem papel importante. O entendimento do que cada tipo de consumidor necessita em relação ao tamanho de embalagens derruba barreiras como, por exemplo:
• Impacto em custos e uso: embalagens menores tem menor desembolso. Veja-se o que acontece com alguns produtos lácteos, como sobremesas e produtos em bandejas, que são vendidos fracionados em pontos de venda. Uma das hipóteses para esse hábito é a possibilidade de atingir um público que tenha menor poder aquisitivo. No caso de revendedores de sorvete, o tamanho usual de 10 litros possui limitações: 5 litros permitiriam ao revendedor que adquirisse mais sabores, oferecendo mais produtos ao seu cliente e dispondo de um mix melhor. 10 litros parece ser um limitante a uma maior disponibilidade de sabores, mas por outro lado mais adequado a clientes que adquirem um único produto ( restaurantes que utilizem apenas sorvete de creme como parte de sobremesas).
• Atendimento a famílias menores: a criação de embalagens menores para esse público garante que o produto adquirido seja compatível com a quantidade necessária, e evita longos período de armazenagem que poderiam tornar o produto cristalizado e pouco atrativo para o consumo. Atende também ao público que não possui espaço no refrigerador doméstico.

Disponibilidade de produtos- adequação de sabores e formulações

O Brasil é um país de dimensão continental, com grandes diferenças culturais e econômicas entre regiões. A vegetação é diferente, bem como o clima. E diferentes hábitos alimentares fazem pensar ser necessário, para atender bem a todo o país, ter um portfólio regionalizado: compreender que cada região apresentas diferentes hábitos alimentares. Isto se dá, entre outros, pela diferente disponibilidade de frutos e seu consumo regional: no nordeste temos o cajá, o sapoti, a graviola; no norte o tucumã, o cupuaçu, o açaí; no sul e sudeste maçãs, uvas. Há também preferências regionais por parâmetros de formulação, como quantidade de açúcares e gordura: em geral a região nordeste tem preferência por produtos mais doces, e o teor de gordura é menor; mais ao sul os produtos são menos doces e com maior quantidade de gordura. Adequar-se oferecendo produtos com formulação adequadas e com sabores de cada região é fundamental: evita-se assim a barreira de um portfólio desviado dos hábitos do consumidor, inadequado a sua bagagem cultural.

Conclusão

O objetivo quando se trata da distribuição sempre foi maximizar as vendas através do aumento do número de pontos de venda. O entendimento de conveniência soma a isso derrubar qualquer barreira que impeça ao consumidor ter acesso ao produto. Se o consumidor hoje tem poucas horas por dia para sair de casa para ir até o ponto de venda, cria-se uma forma de que o produto vá até ele. Se tem pouco dinheiro, ou não possui espaço no refrigerador, embalagens menores podem ser a solução. Estar atento aos diferentes tipos de consumidor, suas necessidades e saber ler que dificuldades os impedem de consumir é fundamental.
Quando se trata dos intermediários, dos revendedores, é preciso uma leitura diferente: primeiro, no sentido de ampliação de pontos de venda, deve-se buscar vender onde não se vende. Em hotéis, cozinhas industriais, motéis, restaurantes. No tocante a dificuldades, barreiras impostas ao revendedores, fornecer o equipamento frigorífico, uma prática bem disseminada em vários fabricantes de sorvete, é fundamental para evitar que a falta de equipamento frigorífico seja uma barreira, principalmente quando se trata de empresas que não vendem habitualmente sorvetes. Dispor de entregas ágeis também é fundamental, evitando que o cliente migre, diante da incapacidade de atender de maneira veloz a sua demanda, para a concorrência; ou ainda que ocupe o freezer com outras categorias de produtos. Como outra barreira, principalmente aplicada a prospecção de novos clientes, estão as condições comerciais. Praticar prazos mais longos de vencimento quando o cliente inicia as vendas permite que o próprio capital vindo do giro dos sorvetes financie as compras: e se o negócio sorvete se pagar para o cliente, se torna mais atrativo por um lado, por outro, a exigência de menor capital aumenta muito o número de clientes potenciais.

22 de Outubro de 2007

“Hummm… É tempo de sorvete, do oriente ao ocidente

Publicado por admin em Gelados Comestíveis, Marketing

INTRODUÇÃO - QUE DELÍCIA! CHEGOU O VERÃO

Verão é tempo de muitas coisas boas, como férias, viagens, brincadeiras e, claro SORVETE!
Ele alimenta, refresca e é uma delícia! Mas você já pensou de onde vem o sorvete? Como ele foi inventado? E principalmente, como se faz um sorvete?
A origem do sorvete causa polêmica, mas ele é unanimidade na hora em que a temperatura sobe.

A ORIGEM DO SORVETE E SUA HISTÓRIA
Um dos alimentos mais consumidos no planeta, o sorvete, por incrível que pareça, surgiu muito antes da primeira geladeira. Sua origem é cheia de controvérsias e lendas, mas a versão mais aceita atribui sua autoria aos chineses, por volta de 1000 a.C., quando talvez, algum cozinheiro criativo exprimentou usar flocos de neve com suco de frutas e mel para produzir uma iguaria diferente, animados com o resultado, ao longo dos séculos, foram experimentando…
Alguns pesquisadores afirmam que foi Alexandre, o Grande (356-323 a.C.), rei da Macedônia, o introdutor do sorvete na Europa, trazendo do Oriente uma mistura de salada de frutas embebida em mel que era guardada em potes de barro enterrados no chão e mantidos frios com a neve do inverno. Outra corrente de pesquisadores atribui esse feito aos árabes, que teriam aperfeiçoado a receita chinesa com o desenvolvimento da técnica de incorporar a neve ao suco de frutas e ao mel. Até então, a receita primitiva apenas acrescentava os ingredientes à neve, produzindo algo muito semelhante às atuais “raspadinhas”. Os árabes garantem que “sorvete” é uma palavra de origem árabe, procedente de sharbat, que significa “bebida fresca”.

O fato é que diversos registros comprovam o consumo do sorvete na Antigüidade. Babilônios, egípcios, gregos e romanos deliciaram-se com esta guloseima fria cuja preparação, entretanto, era muito complicada e cara, o que fazia do sorvete um prazer para poucos, lenda famosa é a do imperador Nero de Roma, que, de tão louco pela iguaria, mandava um exército de escravos escalar até o alto das montanhas para colher neve e depois misturá-la com mel e frutas.
Com a decadência da cultura antiga, entretanto, o consumo do sorvete se perdeu no tempo, até o final da Idade Média, época em que volta à cena por obra, dizem alguns historiadores, do mercador veneziano Marco Polo que, em 1295, teria trazido da China junto com o macarrão, arroz e algumas máscaras, na qual era grande colecionador, algumas receitas de sorvete a base de água, muito parecido com os atuais.

O sucesso foi tanto que logo, difundiu-se por toda a Itália, entre a realeza e a atistocracia italiana que adotaram os gelados de fruta como um prato de luxo, cujo preparo era considerado uma sofisticada arte, mantendo-se um privilégio exclusivo dos poderosos.

Catarina de Médicis, que ao se casar com o rei francês Henrique II, levou em sua bagagem receitas e chefes de cozinha que lhe serviam, diariamente, sorvetes dos mais diversos sabores de frutas. A neta de Catarina de Médicis casou-se com Carlos I da Inglaterra e, segundo a tradição da avó, também introduziu o sorvete entre os ingleses. Em portugal, o sorvete chegou durante o período de dominação espanhola, fazendo muito sucesso.

Até meados do século 16, o sorvete continuava a ser preparado com água, ou seja, sem leite. Só um século mais tarde, na Inglaterra, o leite ou seu creme, ovos e aromatizantes foram incorporados ao sorvete, o rei Carlos I que, diante de uma novidade tão espetacular, tornou ilegal o consumo da iguaria fora da corte real.
Em Paris, o Café Le Precope, a primeira cafeteria e sorveteria da cidade(que funciona até hoje), foi reduto de grandes personalidades da época, como, Napoleão Bonaparte, que não perdia a chance de degustar essa maravilha gelada. Até o século XIX, o sorvete era considerado alimento de gente rica, as damas da nobreza chegavam a brigar entre si(puxar o cabelo e sair na unha), porque uma roubava da outra o mestre sorveteiro.
A delícia cruza o atlântico e chega aos Estados Unidos, levado pelo italiano Giovanni Bosio, e conquistou o paladar dos norte-americanos rapidamente. Lá, a história dos sorvetes ganhou importantes capítulos e o país se transformou no principal produtor e maior consumidor desta iguaria no mundo.

Foram sorveteiros norte-americanos responsáveis pelas maiores invenções com o sorvete, no fim do século 19, criaram três receitas, o sundae, a banana split e o ice cream soda, que fazem sucesso até hoje e são ícones da cultura do país.
Durante a Feira Mundial de St. Louis, outro acontecimento inusitado resultou na invenção da casquinha. Um sorveteiro, vendo esgotar-se o estoque de pratos, resolveu servir seu produto nos waffles do estande vizinho, ai se teve a idéia de enrolar waffles emforma de cone.
Já o picolé, foi inventado na Itália, por um menino de 11 anos que esqueceu no quintal um copo de refresco com uma colher dentro durante uma noite de inverno, de manhã, ele notou que a bebida e a colher haviam congelado juntas. Em 1920, um fabricante de Ohio, Harry Burt, pôs a venda o primeiro picolé dos Estados Unidos. No mesmo ano, Christian Kent Nelson lança o Eskimo Pie, o primeiro picolé recoberto de chocolate.

O SORVETE NO BRASIL
Como toda mania que se difunde pelo mundo afora, o Brasil não poderia de maneira alguma ficar à parte dessa movimentação internacional em torno da novidade que as bocas européias e americanas saboreavam há tempos.
Foram os cariocas os primeiros brasileiros a experimentar a delícia gelada que já fazia sucesso em boa parte do mundo. No dia 23 de agosto de 1834, Lourenço Fallas inaugurava na Corte dois estabelecimentos - um no Largo do Paço e outro na Rua do Ouvidor - especialmente destinados à venda de gelados e sorvetes.
Para isso, importou de Boston(EUA), pelo navio americano Madagascar, 217 tonladas de gelo, que aqui foi conservado envolto em serragem e enterrado em grandes covas, mantendo-se por 4 a 5 meses. Não demorou muito para os sorvetes brasileiros ganharem um toque tropical, misturados a carambola, pitanga, jabuticaba, manga, banana, caju e côco.
Aqui no Brasil, o sorvete chegou a ser considerado o percursor do Movimento de Liberação da Mulher, pois, para saboreá-lo, a mulher praticou seu primeiro ato de rebeldia contra a estrutura social vigente, invadindo bares e confeitarias, lugares ocupados até então pelos homens, reafirmando por um tempo, o caráter “transgressor” do alimento.
Pecado ou não, a verdade é que dentre os grandes apreciadores de sorvete no Brasil Imperial, nada mais nada menos que o Imperador D.Pedro II e sua esposa, assíduos freqüentadores da sorveteria, no Rio de Janeiro, sendo o sorvete de pitanga o preferido da monarca.

Em São Paulo, a primeiro notícia de sorvete que se tem registro é de um anúncio no jornal A Província de São Paulo, de 4 de janeiro de 1878, que dizia: “Sorvetes - todos os dias às 15horas, na Rua direita n°14″. Na época, não havia como conservar o sorvete gelado, por isso ele tinha que ser consumido logo após o preparo, contudo as sorveterias anunciavam a hora certa de tomá-lo.
A evolução do sorvete no país deu-se a passos curtos, de firna artesanal e com uma produção em pequena escala e em poucos locais. A distribuição em escala industrial no país só aconteceu a partir de julho de 1941 quando, na cidade do Rio de Janeiro, foi fundada a U.S. Harkson do Brasil, a primeira indústria brasileira de sorvete. Dezoito anos mais tarde, a Harkson mudou seu nome para Kibon.
Desde então, a população foi se tornando cada vez mais adepta, dados da Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes(ABIS) apontam que cerca de 500 milhões de litros de sorvetes foram sido produzidos no Brasil até o final de 2006.
Para incentivar ainda mais o consumo do sorvete no Brasil durante todo o ano, e não só no verão como é hábito no país, a ABIS instituiu, desde 2003, o dia 23 de setembro como o Dia Nacional do Sorvete.
Quem diria que aquela pasta misturada com suco de frutas e leite se transformaria num dos alimentos mais consumidos no mundo todo? Do Império para os dias de hoje a guloseima gelada ganhou a simpatia dos brasileiros em sabores, cores e formatos, simpatia essa que levaremos em 2008 para a avenida, sem dúvida, num delicioso e “caloroso” desfile.

“DERRETE NO MEU SAMBA QUE EU SOU BAMBA,
E TÁ GOSTOSO PRA CARAMBA”

Desenvolvimento do enredo:
Armando Celso Barbosa(Carnavalesco)

Acadêmicos do Tucuruvi

21 de Fevereiro de 2006

Novo Logo

Publicado por Total Food em Marketing

logo Felipe - logo Felipe

A Total Food esta para mudar seu logo e esta é a sugestão enviada pelo Filipe Costa nosso amigo Web Designer. O que voces acharam ??

17 de Fevereiro de 2006

Comenta ai vai…

Publicado por Total Food em Marketing

Um weblog ou blog é um registro publicado na Internet relativo a algum assunto organizado cronologicamente (como um histórico ou diário).

O weblog conta com algumas ferramentas para classificar informações técnicas a seu respeito, todas elas são disponibilizadas na internet por servidores exclusivos e/ou usuários comuns. As ferramentas abrangem: registro de informações relativas a um site ou domínio da Internet quanto ao número de acessos, páginas visitadas, tempo gasto, de qual site ou página o visitante veio, para onde vai do site ou página atual e uma série de outras informações.

Possíveis traduções:

  • blog (linguagem mundial)
  • blogue (Português)
  • diário (virtual)
  • journal (diário em inglês)
  • placard
  • quadro
  • registro (registro no Brasil)

Os serviços mais conhecidos a nível mundial são o Blogger e o WordPress. No Brasil são o Blogs.com.br, Blig, Blogger e o Weblogger, UOL Blog. Em Portugal são o Blogs no Sapo e o Weblog.com.pt. A Deutsche Welle premia a cada ano os melhores weblogs internacionais em onze categorias no evento The Bobs - Best of Blogs.

Os sistemas de criação e edição de blogs são muito atrativos pelas facilidades que oferecem, pois dispensam o conhecimento de HTML, o que atrai pessoas a criá-los, em vez de suas páginas ou sítios pessoais.
Por isso os blogs educativos são um grande atrativo na educação como ferramenta educacional utilizada para o registro de idéias de professores e alunos.

Alguns sites tem inovado e usado o blog como um tipo de mídia, no qual jornalistas colocam notícias e comentários da sua área (política, esportes, televisão, etc.).

http://pt.wikipedia.org/wiki/Blog

Nada melhor para definir o que é um blog se não na Wikipédia o nosso (Conhecer, Barsa, Delta Larousse etc.. virtual)

É !!!! e estes blogs agora que estão chegando no mundo corporativo !!!

Sendo assim a Total Food lança também seu blog aonde os nossos colaboradores poderão expor suas idéias e fatos de maneira mais informal, e o que é melhor neste espaço poderemos ter comentários de toda a comunidade da internet para balizarmos nossas idéias e fatos.

O Blog é uma idéia nova e como toda idéia nova, devera ser alimentada de sugestões.

Como diriam os nossos internautas “ Comenta aihh, vai !!! ”

Total Food