3 de Setembro de 2010

Cartilha Boas Práticas de Fabricação de Alimentos

 

3 de Setembro de 2010

Boas Práticas de Fabricação de Alimentos

Publicado por admin em Treinamento, Sistemas de Gestão
2 de Setembro de 2010

Equipotel 2010

Publicado por admin em Treinamento, Feiras, Gastronomia

 

Com o objetivo de debater tendências e discutir temas relevantes aos segmentos de Hotelaria e Gastronomia, atualizando os participantes e colocando-os em contato com profissionais que estão na vanguarda dos setores em questão, o Equip Conference 2010 terá uma programação específica para cada área de atuação.

Este ano, a novidade fica por conta da parceria firmada com a Associação Brasileira de Governantas e Profissionais da Hotelaria (ABG), que durante dois dias vai promover o 1º Workshop de Governança Hoteleira,  com temas relevantes ao setor de governança, concursos para estimular os profissionais e desfile de moda profissional.

Como as atividades dos dois segmentos acontecem simultaneamente, em períodos de duas horas, o participante escolhe a programação por palestra, podendo alternar entre o Equip Conference Hotelaria e oEquip Conference Gastronomia. As inscrições vão até 6 de setembro.

Clique aqui para ver programação completa e se inscrever no Equip Conference Hotelaria.

Clique aqui para ver programação completa e se inscrever no Equip Conference Gastronomia.

Clique aqui para ver programação completa e se inscrever no Workshop de Governança Hoteleira.

13 de Agosto de 2010

O poder da alimentação fora do lar.

 

CONGRESSO

O desenvolvimento da urbanização e das demandas da vida moderna tem modificado substancialmente os hábitos de consumo alimentar, estimulando o crescimento marcante do consumo de alimentos industrializados. O Food Service é um canal de vendas da Indústria da Alimentação que cresce acima da taxa da economia brasileira, por conta dos novos hábitos dos consumidores que buscam a alimentação fora do lar.

O faturamento da indústria de alimentos para 2009 foi de R$ 292 bilhões, sendo a venda para os canais de Food Service responsável por R$ 64,4 bilhões (22%). Na Europa e nos EUA, o segmento Food Service é responsável por 50% a 60% do consumo de alimentos.
No Brasil, mais de 30% das vendas da indústria de alimentos são direcionados atualmente ao Food Service, que continua crescendo a taxas superiores a 12% ao ano.

Conscientes de nossa responsabilidade frente a um setor que representa cerca de 9% do PIB brasileiro, a ABIA – Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação realizará em 14 de Setembro de 2010 “3º Congresso Internacional de Food Service – O Poder da Alimentação Fora do Lar” no SENAC – Av. Engenheiro Eusébio Stevaux, 823 em São Paulo DAS 8h00 às 17h30 e contará com a presença de mais de 500 congressistas, entre fabricantes de alimento, operadores deFood Service, indústria de serviços, entidades de classe e mídia especializada, excedendo a capacidade do auditório.

Saiba mais como foi o 1º e 2º Congresso.
1º Congresso: [ Apoiadores ] [ Assista o filme do Congresso ] [ Veja as fotos do 1º Congresso ]
2º Congresso: [ Apoiadores ] [ Assista o filme do Congresso ] [ Veja as fotos do 2º Congresso ]
Objetivos

  • Incentivar a troca de experiências entre a Indústria e os Operadores do Food Service, a fim de que haja ganhos de produtividade  e rentabilidade para os players.
  • Discutir as oportunidades que existem entre o setor industrial e a cadeia operadora do Food Service, diagnosticando hábitos e atitudes do consumidor brasileiro.
  • Reunir os players do mercado Food Service, para ampliar conhecimento internacional, nacional e regional.

Público alvo

Formadores de opinião, profissionais e empresários da indústria da alimentação, indústria de serviços (logística & transporte, cartões de alimentação, embalagens, higiene & limpeza, tecnologia) e os operadores de food service (fast food, delivery, hotéis, quick service lanchonetes, bares, restaurantes comerciais, rotisserias, refeições coletivas, supermercados, padarias, pizzarias, sorveterias, vending, cafeterias, clínicas e hospitais, catering aéreo, merenda escolar, postos de saúde, lojas de conveniência, etc.).

Local

Centro Universitário SENAC - Campus Santo Amaro
Av. Eng Eusebio Stevaux, 824
Sto. Amaro - São Paulo – SP
Conheça o local

11 de Agosto de 2010

Receita da ONU contra a Fome: Comer insetos

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Em fevereiro de 2010 falamos sobre a fome no mundo e mostramos que de acordo com a FAO (Food and Agricultural Organization), órgão das Nações Unidas, tivemos em 2009, mais de um bilhão de pessoas no mundo passando fome.  Esta, sem dúvida, é a maior vergonha para o planeta. Também de acordo com a ONU e a UNICEF, temos entre 9-10 milhões de pessoas que morrem de fome por ano, sendo a principal causa de mortalidade no mundo. Vamos reproduzir o quadro já publicado para lembrar nossos leitores sobre esta vergonha do nosso mundo.

A fome é como uma doença que afeta uma classe bem definida: aquela que não tem o mínimo recurso para pagar pela comida! Ela não afeta todas as classes da sociedade e nem todos os países.
Continuando, a ONU e a FAO divulgaram, recentemente, um documento incentivando a população ao consumo de insetos, pois, além de altamente nutritivos, ainda vão colaborar com a melhoria das colheitas, já que grande parte é perdida pelos insetos. Este documento de autoria do professor Arnold van Huis, da Universidade da Holanda e consultor da FAO e da ONU, diz que comer insetos tem muitas vantagens, como o alto nível de proteínas e vitaminas.
Diz ainda que existem muitos países onde já se comem insetos sem nenhum preconceito. Vai além e compara com a gastronomia de países ricos onde se come camarão em restaurantes finos, o que, na sua visão, nada mais é do que um tipo de inseto. Diz que no futuro não haverá carne para todos e a saída é disseminar o consumo de insetos, prática atualmente comum entre os que não têm o que comer.
O problema na essência é a falta de condição mínima para comprar comida, seja carne de frango ou de verme. Isto hoje já é desta forma, ou seja, países paupérrimos comem insetos porque não tem condições de obter coisa melhor. O problema é que esta miséria institucionalizada é aceita e, portanto, vamos fazer fazendas de vermes para os que não têm condições de pagar por um alimento melhor. Não questiono o valor nutricional dos insetos ou a intenção de dar um alimento para quem nada tem, mas o princípio da desigualdade. Sei também que sempre foi assim, mas não concordo que tenha que ser desta forma no futuro. Algo tem que mudar neste mundo!
Temos que acabar com a miséria e não criar mecanismos para perpetuá-la. Eu não consigo imaginar um futuro com carnes nobres para os ricos e insetos para os pobres, apesar de saber que hoje é desta forma.
Este estudo também propõe a criação de “fazendas de criação de insetos” para o consumo humano nos países pobres e sugere que se vá adicionando pouco a pouco os insetos misturados com carnes de frango ou outras, para criar o hábito e abaixar o custo das refeições. São citados alguns locais onde já se comem insetos, como um exemplo para o mundo:

Tailândia – formigas e besouros
Colômbia – formigas fritas
Nova Guiné – sagu de larvas
África – cupins e vermes de todos os tipos
Japão – larvas diversas
México – minhocas e gafanhotos fritos
Camboja – aranhas tarântulas empanadas e fritas
África do Sul – mingau de gafanhotos
Já nos EUA, Europa e países ricos, comem-se camarões!

Vejo que o problema essencial é a miséria e o tremendo desnível econômico entre os homens, que faz com que alguns tenham que se alimentar de insetos por não ter condições de comer algo melhor. Neste momento sinto muito nojo! Não dos insetos, mas sim dos homens que dirigem o mundo, convivem com estas desigualdades e se preocupam com sua perpetuação.

(Célio Pezza é escritor (www.cpezza.com), mas tem sua formação acadêmica em Química e Administração de Empresas. Nascido em Araraquara, interior de São Paulo, Célio mora atualmente em Veranópolis, no Rio Grande do Sul)

http://www.investimentosenoticias.com.br

3 de Agosto de 2010

Livro traz os 10 indicadores de qualidade mais úteis em terapia nutricional.

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A obra é uma publicação do ILSI Brasil e reúne nove autores especialistas na área

O Brasil se alinha entre os poucos países do mundo a dispor de uma legislação normativa sobre Terapia Nutricional (TN) parenteral e enteral, que inclui sua remuneração pelo Sistema Único de Saúde. Surgida há 40 anos, a TN revolucionou o tratamento e o prognóstico de várias doenças clínicas e cirúrgicas em pacientes crônicos, agudos e críticos, sendo constante a preocupação em aumentar sua eficiência.

São os Indicadores de Qualidade que trazem uma resposta da efetividade de um determinado processo e do quão próximo ele está do objetivo final. No entanto, não há uma regra geral para que sejam estabelecidos. Geralmente são conseqüência da experiência, controle e organização da equipe de profissionais de saúde e podem ser oriundos da mais simples análise visual do paciente ou até de uma complexa análise clínica.

É para tratar deste tema, que o ILSI Brasil, através da sua Força-Tarefa  Nutrição Clínica, lança o livro “Indicadores de Qualidade em Terapia Nutricional: Aplicação e Resultados”, de autoria de nove profissionais na área, com vivência nacional e internacional. A obra é continuidade da primeira edição, publicada em 2008, e busca validar os indicadores existentes e revê-los com base na experiência clínica em distintos serviços.

O leitor poderá encontrar as bases teóricas do controle de qualidade em TN e o resultado de sua aplicabilidade. Os Indicadores de Qualidade foram revisados e um grupo de especialistas definiu os Top Ten, os 10 indicadores considerados mais úteis.

“Após a primeira edição tivemos a satisfação de ver adotados os Indicadores de Qualidade propostos, por vários serviços no Brasil e recebemos importantes sugestões e críticas construtivas. Acreditamos que o presente trabalho poderá contribuir para a melhor prática de TN no país e permitir maior controle de qualidade por meio da aplicação dos indicadores sugeridos agora. Mas vale lembrar que a obtenção destes índices é apenas o primeiro passo para a revisão do plano de ação em TN e a busca de possibilidades reais para a sua modificação na prática diária”, comenta Dr. Dan L. Waitzberg, coordenador da publicação.

SERVIÇO

Título: Indicadores de Qualidade em Terapia Nutricional: Aplicação e Resultados

Autores:

Abelardo García de Lorenzo y Mateos

Diretor da Cátedra de Medicina Crítica. Universidad Autónoma de Madri. Serviço de Medicina Intensiva. Hospital Universitário La Paz, Madri

Cristiane Comeron Gimenez Verotti

Nutricionista. Especialista em Nutrição Clínica pelo GANEP – Nutrição Humana. Pesquisadora do LIM 35 da FMUSP. Mestranda do Departamento de Gastroenterologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

Dan Linetzky Waitzberg

Professor associado do Departamento de Gastroenterologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Coordenador clínico da EMTN do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Coordenador do LIM 35 da FMUSP

José Antonio Rodríguez Montes

Catedrático de Cirurgia. Universidad Autónoma de Madri. Serviço de Cirurgia Geral. Hospital Universitário La Paz, Madri

Juliana R. Martins

Médica Nutróloga, Médica assistente do GANEP – Nutrição Humana. Mestranda do Departamento de Gastroenterologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

Karina Guedes de Oliveira

Nutricionista assessora científica da Support Advanced Medical Nutrition e especialista em Nutrição Clínica pelo GANEP – Nutrição Humana

Melina Gouveia Castro

Médica, residência em Nutrologia pelo Hospital das Clínicas da FMUSP. Médica assistente do GANEP – Nutrição Humana. Doutoranda do Departamento de Gastroenterologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Olímpio J. Nogueira V. Bittar

Médico especialista em administração de serviços de saúde e políticas de saúde. Professor doutor com livre-docência em Saúde Pública. Assessor para assuntos relativos a Hospitais de Ensino da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo

Roberta Ianni Airoldi Vieira

Nutricionista assessora científica da Support Advanced Medical Nutrition e especialista em fisiologia do exercício pela UNIFESP

Editora – ILSI BRASIL

Número de Páginas - 159

Preço Sugerido – R$ 20,00

Onde adquirir- publicacao@ilsi.org.br

Informações para Imprensa

edna vairoletti - clip_image001(11) 8164-9863 –

clip_image002vairoletti@ndata.com.br

Vairoletti & Vairoletti Comunicação

19 de Julho de 2010

Participe do maior evento da área sensorial já realizado no Brasil

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Sexto Simpósio Ibero Americano em Análise Sensorial sob a organização da Embrapa e da ABCS - Associação Brasileira de Ciências Sensoriais que será realizado em São Paulo, de 19 a 21 de agosto de 2010. O primeiro Sensiber foi em 1996 (Campinas – SP, Brasil) e os eventos seguintes foram sediados em distintos países da América Latina. Este ano temos a honra de sediá-lo novamente no Brasil e esperamos atrair um grande público.
Este importante evento visa a integração dos profissionais e estudantes da área de alimentos e bebidas, cosmética, higiene e demais segmentos que utilizam a análise sensorial como ferramenta para o desenvolvimento de produtos, controle de qualidade e marketing, permitindo ampla discussão e divulgação dos resultados de estudos desenvolvidos pelas universidades, institutos de pesquisa e empresas privadas.

Sensiber 2010
18 de Julho de 2010

Semana do laticinista

 

A Semana do Laticinista, realizada pela primeira vez em 10 de julho de 1950, originou o Congresso Nacional de Laticínios, cuja primeira edição aconteceu em julho de 1972. O evento, idealizado por um grupo de técnicos e professores do Instituto de Laticínios Cândido Tostes, conquistou reconhecimento junto à comunidade científica e atualmente é considerado marco na história do agronegócio do leite no Brasil - segmento Indústria. É o único fórum destinado exclusivamente às discussões e às ações pertinentes e inerentes à indústria de laticínios brasileira, bem como uma oportunidade de reciclagem do conhecimento para técnicos em leite e derivados.
Em 10 de julho de 1950, o idealizador e fundador da Semana do Laticinista, Sebastião Senna Ferreira de Andrade, destacou no discurso de abertura: “é dever patriótico promover uma reunião entre profissionais com o mesmo ideal e para um mesmo fim, para estabelecer as bases amistosas de união de esforços dispersos em benefício do progresso da indústria de laticínios do país”.

O 1º Congresso Nacional de Laticínios

Já em 10 de julho de 1972, a então Semana do Laticinista - o maior acontecimento nacional do segmento, já na 23ª edição – teve sua transcendência enriquecida pela realização simultânea com o 1º Congresso Nacional de Laticínios. A grande importância que a indústria laticinista ocupava no contexto nacional à época exigia uma reformulação geral dos ideais anteriores, além de um alargamento de relações industriais.
Atualmente, em sua 26ª edição, o Congresso Nacional de Laticínios vêm prestando valiosas contribuições técnico-científicas para a cadeia agroindustrial do leite, por meio de cursos, palestras, mesas-redondas e painéis, cujos temas têm sido de grande interesse e aplicabilidade para os profissionais e estudantes que freqüentam os eventos.
O advento da internacionalização da economia e do conhecimento, fortalecido na década de 1990, provocou a reformulação do Congresso Nacional de Laticínios, adequando-se à filosofia do novo cenário político, econômico e social que se delineava. Neste contexto, o espírito de cooperação técnico-científica, do debate de idéias e da busca de soluções que atendam às exigências crescentes dos consumidores dos países envolvidos vem sendo incrementado a cada edição do evento.
A idéia é levar aos participantes uma visão estratégica do futuro, em que predominará a competitividade empresarial. Assim, os mais recentes trabalhos técnicos científicos, o que há de mais moderno em máquinas, equipamentos, embalagens e ingredientes para a indústria de laticínios estarão sempre presentes no Congresso.

CNL

38ª Expomaq

     A 38ª Exposição de Máquinas, Equipamentos, Embalagens e Insumos para a Indústria Laticinista (Expomaq) – um dos eventos que fazem parte do 27º Congresso Nacional de Laticínios, organizado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais  (Epamig), vai apresentou este ano novidades tecnológicas de empresas do Brasil e do exterior. A exposição foi realizada no Expominas  Juiz de Fora.  

 

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37ª Expolac

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Considerada uma importante vitrine para apresentação de produtos lácteos v

indos de todas as partes do Brasil, a Exposição de Produtos Lácteos (Expolac) é um dos eventos que ocorre simultaneamente ao Congresso Nacional de Laticínios. O objetivo é mostrar a crescente evolução do setor laticinista, oferecendo um espaço nobre, que permite livre acesso aos visitantes da feira. Democrática, a Expolac reúne laticínios de todo o país, independentemente do tamanho da empresa, das tecnologias aplicadas ou dos derivados fabricados.
Todo ano, cerca de 10 mil visitantes percorrem o estande da Expolac em busca de novidades no setor de alimentos derivados do leite. O espaço promove degustação dos produtos expostos, de maneira a divulgar a qualidade das empresas que participam do evento. A exposição é ainda uma ótima oportunidade para que representantes comerciais busquem novas marcas e produtos lácteos com os quais têm interesse em trabalhar. A cada ano, cerca de 80 empresas de todo o país utilizam a Expolac para lançar novos produtos e apresentá-los ao público, o que significa expor mais de 900 tipos de produtos diferenciados.

 

O Instituto

O Instituto de Laticínios "Cândido Tostes" (ILCT) vem desde 1935, contribuindo decisivamente para o permanente crescimento da indústria brasileira de laticínios, desenvolvendo e difundindo tecnologia, capacitando pessoal para a indústria e atividades correlatas e formando técnicos que ocupam cargos diversos, como professores, inspetores da SIPA/MA (Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal / Ministério da Agricultura) gerentes técnicos de cooperativas e indústrias lácteas, administradores de fábricas, proprietários de indústrias e diretores de grandes empresas no ramo de laticínios e equipamentos industriais.

Hoje, o ILCT possui reconhecimento, imagem e conceito positivos junto à comunidade técnico-científica e junto ao setor produtivo no Brasil. O seu reconhecimento mundial estende-se a mais de sessenta países, através dos especialistas do setor. Este sucesso foi conseguido graças ao modelo de Ensino-Pesquisa-Extensão do ILCT, cujo desenvolvimento foi sempre calcado na conjugação equilibrada entre a teoria e a prática.

No início

Em 1890, a Fazenda São Mateus, foi comprada pelo Dr. Cândido Teixeira Tostes. Dr. Candinho, como era carinhosamente conhecido, nascido em 05 de fevereiro de 1842, era bacharel em Direito e foi Diretor do Banco de Crédito Real de Minas Gerais. Homem dinâmico e inteligente, de grande projeção no meio ruralista, implantou, nas fazendas São Mateus e Sant’Ana, lavouras de café, tornando-se o maior cafeicultor de Minas e por isso cognominado o Rei do Café. A 9 de abril de 1927, falecia aos 85 anos. A escolha do nome do Instituto de Laticínios "Cândido Tostes", seria em sua homenagem.
Entra aqui o Solar dos Tostes: na década de 30, a Fazenda São Mateus, em Juiz de Fora, Minas Gerais, costumava receber visitantes ilustres, entre eles, o Presidente Getúlio Vargas e o Governador do Estado de Minas, Benedito Valadares. Em maio de 1935, o Dr. Benedito Valadares transferiu a sede do Governo de Minas Gerais para a Fazenda São Mateus e lá promulgou o Decreto nº 50, de 14 de maio de 1935, criando em Juiz de Fora - MG, a Indústria Agrícola "Cândido Tostes", sendo este nome em homenagem aquele personagem ilustre, antigo dono da fazenda que tanto fizera pelo desenvolvimento da região de juiz de Fora.
Ao ser inaugurada, em 03 de setembro de 1940, já seu nome havia sido mudado para Fábrica-Escola de Laticínios "Cândido Tostes"(FELCT).

Também a Fábrica Escola, sofreria mudanças.

No dia 3 de setembro de 1956, portanto, 16 anos após a sua inauguração, passa a denominar-se Instituto de Laticínios "Cândido Tostes", através da Lei 1.476, integrado à estrutura da Secretaria de Estado da Agricultura do Estado de Minas Gerais, usufruindo de todas as prerrogativas que o novo título possa lhe conferir.
O Instituto adiantou-se à concepção social de educação, vigente nos dias atuais, que propõe a vinculação da escola ao mundo do trabalho. Ali, esta circulação vem ocorrendo de forma equilibrada favorecendo o diálogo escola e empresa, pela articulação natural entre a teoria e a prática. O aluno é o portador que leva as tecnologias de ponta, colhidas na escola e novos produtos ali desenvolvidos, para a empresa e dela traz as demandas que o mercado consumidor está a exigir. A sua infra-estrutura permitiu consolidar ainda mais a formação especial, com destaque para o setor de estágio supervisionado. Vale ressaltar que, grande parte deste processo deve-se ao fato de a Instituição trabalhar em regime de tempo integral, o que tornava possível realizar uma carga horária com cerca de 4.900 horas/aula, em um período de 3 anos e meio.
Em 1974, o Governo do Estado de Minas Gerais, através da Lei nº 6310, autorizou a constituição da Empresa de Pesquisa Agropecuána de Minas Gerais - EPAMIG, cujo objetivo era responder pela linhas de pesquisa no Estado, analogamente ao trabalho realizado pela EMBRAPA - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, a nível nacional. O Governo do Estado estava deslocando o Instituto de Laticínios "Cândido Tostes" da estrutura da Secretaria de Agricultura, transferindo-o à recém criada Empresa, com todas as suas atividades e o seu patrimônio. Assim o ILCT tinha institucionalizado a sua atividade de pesquisa.

Os programas de ensino e pesquisa são executados em perfeita integração, sendo que os trabalhos desenvolvidos pela pesquisa constituem instrumento básico no aprimoramento técnico do ensino em laticínios. Casamento perfeito entre duas atividades fins: Ensino e Pesquisa, algo sonhado pela Universidade Brasileira, presente na realidade de uma escola de ensino técnico.

A institucionalização da pesquisa através da EPAMIG tomou impulso rápido, pela base que encontrou no ILCT; o espírito de pesquisa estava instalado desde a criação, na distante década de 30. De então, até 1980, contou-se com o frutífero trabalho de tecnologia estrangeira, notadamente européia, de fabricação de queijos, manteiga e outros produtos lácteos, em que os processos adequados às condições brasileiras, eram de imediato transferidos à indústria nacional.

Toda a organização existente foi mantida guardando integral fidelidade à sua tradição e ao postulado inscrito na parede de entrada de seu núcleo industrial. "Para saber mandar é preciso saber fazer - para saber fazer é necessário aprender fazendo".

 

Quem é quem no Instituto de Laticínios Cândido Tostes

No Instituto de Laticínios Cândido Tostes, as decisões são tomadas após reunido o colegiado denominado Comitê Gerencial, composto pelos seguintes membros, a saber:

Comitê Gerencial:

Pesquisadores:

 

Presença do Prof. Gerson Occhi - Chefe do CENS/ILCT e do O presidente da Epamig, Baldonedo Arthur Napoleão no jantar de confraternização dos Técnicos em laticínios formados em 1985 no Instituto de Laticínios Cândido Tostes em Juiz de Fora, MG.

 

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29 de Junho de 2010

XI Jornada Gaúcha do Sorvete

 

11ª Jornada Gaúcha do Sorvete

Programação XI Jornada Gaúcha do Sorvete

Dia 01/07
Quinta-Feira

18h
Recepção

Dia 02/07
Sexta-Feira

8h30min
Café da manhã com fornecedores

9h30min
Abertura

9h45min
Palestra: “Aplicação do Chocolate em Sorvete”Aldo Baccarin

12h
Almoço

14h
Cenários Econômicos Igor Moreira, FIERGS

15h30min
Coffee

16h
Palestra: Nota fiscal eletrônica/Substituição Tributária

17h
Assembléia Geral Ordinária a)Prestação de contas 2009 e b) Eleições período 2010/2012

03/07
Sábado

9h
“Oficina: Choco Show – recheios para sorvetes,trufas e torta de sorvete” - Senac

21 de Junho de 2010

BRDE investe em fábrica de soro de leite em pó no PR

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O governador Orlando Pessuti e o diretor-presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Airton Pisseti, assinaram nesta sexta-feira (18) financiamento no valor de R$ 7 milhões para a empresa Sooro, de Marechal Cândido Rondon/PR, especializada na fabricação de soro de leite em pó.
Com essa operação, a empresa, de origem familiar, poderá se transformar na maior fabricante de soro de leite em pó do Paraná, produto muito utilizado pelas grandes indústrias de alimentos do País que frequentemente importam esse tipo de matéria-prima.

Os sócios da empresa, William da Silva e Leandro Tenfem, disseram que com essa linha de crédito vão ampliar a capacidade de produção. Com isso, acreditam que em cinco anos vão dobrar a produção de soro de leite em pó das atuais 36 toneladas por dia em equivalente pó para 70 toneladas por dia em equivalente pó.

Com a linha de crédito no valor de R$ 7 milhões, os investimentos da Sooro somam R$ 10,8 milhões, também em recursos do BRDE. O empresário pretende investir na construção de sistemas de produção e torre de secagem mais modernos. Segundo Silva, a fabricação desse tipo de produto é muito comum na Europa e Estados Unidos, e o Brasil costuma utilizar matéria-prima importada.

Além do beneficio econômico e de geração de empregos em Marechal Cândido Rondon, a empresa irá ter um impacto positivo no meio ambiente. Isso porque ela vai processar o soro do leite, um subproduto do queijo geralmente descartado que será transformado em alimento.

Quando o soro não é industrializado ou convenientemente tratado, representa um grande risco ao meio ambiente uma vez que seu potencial poluidor é cerca de 100 vezes maior que o esgoto doméstico. O soro utilizado pela empresa é proveniente de vários laticínios da região Oeste.

As informações são da Agência Estadual de Notícias, resumidas e adaptadas pela Equipe MilkPoint.

site: www.milkpoint.com.br

9 de Junho de 2010

Nanopartículas protegem óleos de oxidação e deterioração

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Yuan Yao, um professor assistente de ciência dos alimentos, modificou com sucesso a nanopartícula phytoglycogen, substância que compõe quase 30 por cento da massa seca de milho doce. A alteração permite que a nanopartícula se junte aos óleos e forme então uma emulsão, funcionando também como uma barreira à oxidação, responsável por tornar a comida rançosa. Seus resultados foram publicados na versão em linha adiantada do Journal of Agricultural and Food Chemistry.

A oxidação desestabiliza gotas de óleo em alimentos em emulsão, degradando e alterando a estrutura química do óleo e fazendo-o se tornar ruim. Essa oxidação ocorre em uma vasta gama de produtos, encurtando a sua vida de prateleira.

"Isso pode ser amplamente utilizado na indústria de alimentos, cosméticos e suplementos nutricionais, qualquer sistema no qual a oxidação de lipídios é uma preocupação", disse Yao. "A vida útil de um produto pode ser curta e a qualidade dos alimentos pode tornar-se ruim por causa da oxidação dos lipídios".

Em óleos de peixe, por exemplo, a oxidação lipídica degrada os ácidos graxos Ômega-3, que são essenciais para o desenvolvimento do bebê e para ajudar na inflamação crônica e doenças cardíacas em adultos.

Yao foi capaz de modificar a superfície das nanopartículas phytoglycogen para fazê-lo se comportar como um emulsificante, criando octenilsuccinato phytoglycogen, ou PG-OS. PG-OS é mais espessa e mais densa do que os emulsionantes usados comumente, criando uma melhor defesa do oxigênio, radicais livres e íons metálicos, que causam oxidação lipídica.

Os resultados de Yao mostram também que ε-polilisina, um polipeptídeo de grau alimentício, pode ser adicionado às gotículas de óleo para ajudar na proteção contra oxidação. Polilisina é muito menor do que as nanopartículas do PG-OS, o que lhe permite que preencha as lacunas entre as nanopartículas do PG-OS.

Segundo o estudo de Yao, as nanopartículas de PG-OS com ε-polilisina aumentaram significativamente a quantidade de tempo que a oxidação levou para arruinar as gotículas de óleo, em alguns casos, duplicando a vida de prateleira do produto modelo. O shelf life foi testado pelo aquecimento do emulsionantes e verificando as reações químicas que dão o sinal que a oxidação ocorreu.

Yao entrou com um pedido provisório de patente para a tecnologia. O Centro de Whistler para Carbohydrate Research Purdue no departamento de Ciência Alimentar financiou a pesquisa.

Referência:

Siqi L. Scheffler, Xue Wang, Lei Huang, Fernanda San-Martin Gonzalez, and Yuan Yao. Phytoglycogen Octenyl Succinate, an Amphiphilic Carbohydrate Nanoparticle, and %u03B5-Polylysine to Improve Lipid Oxidative Stability of Emulsions. Journal of Agricultural and Food Chemistry, (in press)

 

Funcional Mikron

5 de Junho de 2010

3º Congresso Brasileiro de Gastronomia & 1º Simpósio Regional de Ciência e Tecnologia de Alimentos

O 3º Congresso Brasileiro de Gastronomia & 1º Simpósio Regional de Ciência e Tecnologia de Alimentos, organizado pelo Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília e pela Secretaria Executiva da Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos do Distrito Federal (sbCTA-DF), ocorrerá entre os dias 10 e 13 de agosto de 2010, na cidade de Brasília.

A gastronomia vem ganhando importância cada vez maior dentro da economia nacional, especialmente no que se relaciona ao setor turístico. No meio acadêmico, ela estabelece conexões com diversas ciências e exerce papel considerável na compreensão do homem, da vida em sociedade e dos códigos comportamentais e determinados contextos históricos. O estudo científico da alimentação abrange as perspectivas técnicas, históricas e regionais dos alimentos, desde a etapa da produção da matéria-prima, até o preparo e o consumo, acompanhando também os processos de fabricação, armazenamento, transporte, higienização e comercialização.

Com o tema “Alimentos: da alquimia à ciência”, o 3º Congresso Brasileiro de Gastronomia & 1º Simpósio Regional de Ciência e Tecnologia de Alimentos tem como objetivo fortalecer as relações entre a comunidade científica e empresas do setor, reunindo estudantes, pesquisadores e profissionais das diversas áreas relacionadas aos alimentos, oferecendo um espaço para a troca de conhecimentos, divulgação de pesquisas e produtos e valorizando os alimentos regionais da biodiversidade brasileira, em especial, do Cerrado.

Contato

27 de Maio de 2010

SIMPÓSIO ABORDA TEMAS LIGADOS AO CRESCIMENTO DO SETOR DE SORVETES

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O crescimento do setor de Sorvetes no Brasil e as variáveis envolvidas neste processo serão temas de palestras do “Simpósio Tecnológico de Sorvetes 2010”, que será realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes – ABIS – de 7 a 10 de junho, durante a TecnoSorvetes - Feira Internacional de Tecnologia para a Indústria de Sorveteria Profissional, no Expo Center Norte.

O presidente da ABIS, Eduardo Weisberg, abrirá o simpósio no dia 7, às 16h, falando sobre “Novas Perspectivas de Negócios para o Setor de Sorvetes”.

Outros temas importantes também serão abordados durante o simpósio: A Tributação sobre o Setor de Sorvetes; Rotulagem Nutricional; Passo a passo do Selo ABIS de Qualidade (SAQ), segurança do produto sorvete; Política de apoio para a Qualificação (SAQ) da oferta de Polpas de Frutas dos Agricultores Familiares para o Setor de Sorvetes – Parceria Público Privada ABIS – GTZ – MDA; Ergonomia aplicada na otimização do processo produtivo: conforto, segurança e lucratividade; Estabilidade da emulsão e qualidade do sorvete; Aspectos nutricionais dos sorvetes; Os Sorvetes como alimentos funcionais; Estabilizantes Industriais e Tendências de Mercado e Aperfeiçoando a homogeneização em sorvete; Cadeia do Frio; Custos em sorvete: Verdades e mentiras.

Mais informações no site www.abis.com.br

Informações para a imprensa: Fatos & Notícias

Nadine Filippe (Mtb 11047) – fatosenoticias@terra.com.br

Renata Lelis – re.fatosenoticias@terra.com.br

Tels: 11 3541-3774/3541 e 3170-2854

Junho/2010

25 de Maio de 2010

Jornal informativo da Engenharia de Alimentos

Publicado por admin em Treinamento, P & D, Congressos, Associações
24 de Maio de 2010

Workshop Técnico ABEA

Publicado por admin em Treinamento, Feiras, Associações

 

 

Evento da 26ª Fispal Tecnologia

08 de Junho de 2010 - 3a feira - das 13h30 às 17h30
Auditório Oeste - Pavilhão de Exposições do Anhembi
Av. Olavo Fontoura s/ n - São Paulo - SP

Panificação: Tendências & Inovações

Coordenação Técnica

Gumercindo Silva

O evento tem como objetivo levar aos interessados um panorama geral
sobre a área, trazendo a revisão de conceitos, as inovações atuais e apresentando
tendências de consumo.

Programa

13h30 – Padaria: Centro Gastronômico
Palestrante: José Angelo de Souza Jr - Dir Prática Produtos S/A - Divisão Technipan

14h15 – Engenharia: Breve Atualização sobre Atividades de Água

15h00 – Ingredientes: Tecnologia Inovadora em Panetones – A nova geração em textura.
Palestrante: Angelo Kawakami - Puratos do Brasil

15H45 - Panificação : Hábitos de Consumo & Tendências do Setor -

Palestrantes: Carolina Camara e Lino Bianchini - Propan | GruPão

Das 16H30 às 17h30

Café da Tarde

Degustação de Pães preparados pelo Chef Raul Concer, da Puratos

VAGAS LIMITADAS!

Inscrições em Cursos ABEA
www.abea.com.br

Credenciamento para FISPAL TECNOLOGIA
www.btsmedia.biz/credenciamento

  

20 de Maio de 2010

Instituto de Tecnologia dos Alimentos.

19 de Maio de 2010

Brasil Foods Trends: Alexandre Vasconcelos - Pão de Açúcar

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19 de Maio de 2010

Brasil Food Trends - Marlene Bregman - Leo Burnett Brasil

Publicado por admin em Treinamento
19 de Maio de 2010

Brasil Food Trends - Antonio Carlos - DEAGRO/FIESP

Publicado por admin em Treinamento
19 de Maio de 2010

Brasil Food Trends - Raul Amaral - BFT 2020

Publicado por admin em Treinamento, Congressos, Associações
18 de Maio de 2010

Brasil Food Trends 2020.

Publicado por admin em Treinamento, Marketing, Congressos, Associações

Brasil Food Trends 2020

Na foto Humberto Afonso (Diretor Alibra), Luis Renato Rodrigues (Diretor genkor Ingredientes), Osvaldo Costa (Diretor total Food) , Luis Madi (Diretor Geral do ITAL).

Brasil Food Trends 2020 evento realizado na FIESP.

http://www.flickr.com/photos/totalfoodbr/

16 de Maio de 2010

Facebook

Fique fã, espaço reservado para informações da indústria de alimentos.

14 de Maio de 2010

ILSI Brasil promove prêmio para pesquisadores

Publicado por admin em Treinamento, Ingredientes

A postagem dos documentos deve ser feita pelo correio e os resultados serão divulgados no dia 21 de setembro

Até o dia 30 de junho estão abertas as inscrições para o Prêmio ILSI Brasil – Alimentos Funcionais 2010 que visa identificar, reconhecer e encorajar talentos da pesquisa científica e tecnológica na área de alimentos e ingredientes com propriedades funcionais nutricionais e de saúde além de componentes e ingredientes bioativos.
Iniciativa da Força-Tarefa Funcionais, subordinada ao Comitê de Nutrição do ILSI Brasil, o Prêmio é concedido a cada dois anos. A novidade desta edição é que serão selecionados dois vencedores. O primeiro colocado receberá R$ 7 mil e o segundo R$ 3 mil. A inscrição é individual – mesmo que o candidato faça parte de um grupo de pesquisa – e poderá participar com apenas um projeto.
Serão aceitos trabalhos científicos de pesquisa, dissertações de mestrado e teses de doutorado (defendidas entre 1 de julho de 2008 e 30 de junho de 2010). Nos três casos deverão ter artigo publicado em periódico científico indexado ou com aceite para publicação realizados em território nacional.
“Diante do avanço do conhecimento no que se refere à relação entre alimentação e saúde, os altos custos da saúde pública e a busca constante da indústria por inovações, é crescente o número de pesquisas que buscam identificar novos compostos bioativos e estabelecer bases científicas para a comprovação das alegações de propriedades funcionais e de saúde dos alimentos. O Prêmio é uma forma de reconhecer o trabalho destes pesquisadores e estimulá-los”, comenta o Prof. Franco Lajolo da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, coordenador da FT-Funcionais do ILSI Brasil e membro da CTCAF (Comissão Técnico-Científica de Assessoramento em Alimentos Funcionais e Novos Alimentos).

Serviço:
Site: www.ilsi.org.br
E-mail: Prêmio Funcionais 2010
Tel.: 11-3035-5585
(OBV)

6 de Maio de 2010

Programa “Brasil Food Trends 2020”

Publicado por admin em Treinamento, Marketing

 

Local de realização:
Ed. Sede FIESP - Av. Paulista 1313, São Paulo - SP

Data do evento:
18/5/2010

Horário do evento:
08:00 às 13:00


Programa:
8h00 - Credenciamento
Moderador e Mestre de Cerimônia - Guto Abranches
9h00 - Abertura e Lançamento do Projeto Brasil Food Trends 2020
9h30 - Apresentação da Publicação BFT 2020 e da Pesquisa Nacional Fiesp/IBOPE sobre o Perfil do Consumo de Alimentos no Brasil
- Raul Amaral Rego, Coordenador Técnico do BFT 2020
- Mario Sergio Cutait, Diretor Titular Adjunto do Deagro/Fiesp
- Helio Gastaldi, Diretor de Atendimento e Planejamento do Ibope Inteligência
- Marcelo Castilho, Gerente de Atendimento e Planejamento do Ibope Inteligência
10h40 - Debate
11h10 - Produtos e Soluções Inovadoras para a Indústria de Alimentos
- Marlene Bregman, Vice Presidente de Negócios Corporativos da Leo Burnett Brasil
11h40 - As Tendências no Varejo e Distribuição
- Alexandre Vasconcellos, Diretor de Tecnologia do Grupo Pão de Açúcar
12h10 - Usando as Tendências para alavancar a Indústria de Alimentos e Bebidas
- Marco Simões, Vice Presidente de Comunicação e Sustentabilidade da Coca-Cola Brasil
12h40 - Debate
13h00 - Encerramento
*Programa sujeito à alteração



Portal Fiesp

5 de Maio de 2010

Brasil Food Trends 2020

Publicado por admin em Treinamento, Marketing

14 de Outubro de 2009

UFRJ lança primeiro curso de graduação em nanotecnologia do país

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Curso já estará disponível no vestibular deste ano.

Por Luciana Alves

A Universidade Federal do Rio de Janeiro oferecerá, já para o primeiro semestre do ano que vem, um curso de nível superior pioneiro em nanociência e nanotecnologia no Brasil. Com duração recomendada de 4 anos, a graduação terá inicialmente 30 vagas no campus Fundão e 20 vagas no campus de Xerém.

O curso é uma iniciativa conjunta de 4 unidades da universidade: Instituto de Física, Escola Politécnica, Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho e Instituto de Macromoléculas Professora Eloísa Mano. Seu objetivo é formar profissionais com uma base sólida em Física, Matemática, Química e Biologia e com conhecimentos específicos em nanotecnologia em 3 opções de ênfase: física, materiais e bionanotecnologia.

A nanociência e a nanotecnologia representam o conjunto de ações de pesquisa, desenvolvimento e inovação que se baseiam nas propriedades especiais que a matéria exibe quando organizada a partir de estruturas com dimensões na escala nanométrica (1 nanômetro = 1 bilionésimo do metro ou 0,000001 milímetro).

De acordo com a universidade, os impactos da ciência serão sentidos em praticamente todos os setores da sociedade, incluindo a informática, as telecomunicações, o transporte, as atividades agropecuárias, a produção de novos fármacos, o desenvolvimento de novas técnicas de diagnóstico e de tratamento de saúde, a produção e o armazenamento de energia, a preservação ambiental, bem como a produção de novos materiais para as mais diversas aplicações (construção civil, vestuário, embalagens, tintas etc).

Embora hoje seja perfeitamente possível que um físico, biofísico ou engenheiro atue em nanotecnologia, a UFRJ acredita que o bacharel formado especificamente para a área, devido à sua formação multidisciplinar, poderá atuar com mais facilidade em áreas interdisciplinares, bastante comuns em nanotecnologia, e poderá circular com mais desenvoltura entre as diferentes áreas ao longo de sua carreira.

E o mercado de trabalho para os futuros bacharéis em nanotecnologia é bastante promissor, segundo a UFRJ . Estima-se que, até 2015, os bens e serviços de base nanotecnológica deverão ultrapassar 1 trilhão de dólares anuais. Setores como a indústria de semicondutores, metalúrgica e de materiais, química, farmacêutica, biotecnológica, de cosméticos, e muitas outras, devem solicitar cada vez mais mão-de-obra especializada.

O Brasil segue a tendência de investimento em programas de nanociência e nanotecnologia dos países de economia avançada, que desde o final da década de 90, vem colocando grandes somas de recursos na área. Quem dominar a tecnologia nos próximoa anos terá uma vantagem competitiva bastante grande no cenário internacional.

No país, houve um rápido avanço na produção científica na área, que hoje é a maior da America Latina. No setor empresarial, já há algumas dezenas de empresas, nacionais e multinacionais, que vêm incorporando nanotecnologia a seus produtos. Com a formação de cientistas especializados nesta matéria, espera-se que o desenvolvimento ocorra de forma ainda mais rápida.

Mais informações sobre o curso podem ser encontradas no atalho tinyurl.com/nanotecufrj .

www.geek.com.br

10 de Setembro de 2009

Senai de braços abertos.

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3 de Julho de 2009

Funcionais e atrativos

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O consumidor atual, até mesmo o de menor poder aquisitivo, busca associar suas compras a uma saúde melhor. Foi assim que explodiram a produção e consumo de diets e lights , e dos orgânicos também. Na mesma trilha, um nicho está crescendo de maneira excepcional: o de lácteos funcionais. As indústrias investem em lançamentos, e as vendas avançam a passos firmes. “Lácteos funcionais são produtos derivados do leite, com a adição de bactérias que beneficiam o organismo. Essas bactérias fazem parte do nosso organismo, mas com o estresse e a correria do dia-a-dia as perdemos; os lácteos funcionais as repõem. Além de nutrir, esse alimento fortalece o sistema imunológico e ajuda no funcionamento do intestino”, explica a nutricionista Vanessa Mazochi. Com o aumento da expectativa e da qualidade de vida da população, os alimentos têm servido também como fonte de prevenção das doenças. Os primeiros a reconhecer os poderes dos alimentos funcionais foram os japoneses. Depois de muitos estudos, essa categoria foi regulamentada. Hoje, a linha de alimentos funcionais é ampla. O segmento de lácteos envolve iogurte, leite fermentado, sobremesas e todos os produtos do gênero. Dentro do mercado de lácteos, os iogurtes funcionais vêm mostrando sua força. O produto já ultrapassou o light em faturamento. Segundo a Nielsen, o mercado de iogurtes no Brasil movimentou R$ 2,65 bilhões no ano passado, e o mercado de iogurtes total cresceu 2,4%. “Algumas empresas estão investindo mais nestes produtos que em produtos lights”, conta a instrutora do Curso Gestão Nota 10 (G-10), Rachel dos Mares Guia. O iogurte tem ampla presença na mesa do consumidor. Está presente em 87,9% dos lares, segundo dados da LatinPanel 2008 . “E ainda há um grande potencial de consumo no Brasil, que ainda é considerado pequeno, comparado com o de países da Europa ou mesmo com o da vizinha Argentina, que consome três vezes mais que o Brasil”, conta o gerente de trade marketing da Danone, Marcelo Costa. E se antes estes produtos eram para um público de classe alta, hoje eles já se popularizaram, as pessoas se preocupam cada vez mais com a saúde e o bem-estar. (Fonte: Gôndola, nº 165, junho de 2009)

26 de Junho de 2009

Uma viagem pelo mundo Nano…

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25 de Junho de 2009

Equação do ‘dulce de leche’: panic attack + pestana ÷ guerra civil

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por Ariel Palacios, Seção: História, Un poco de todo, Cultura, Gastronomia 02:00:13.

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Lavalle, militar que no meio da guerra civil entre Unitários e Federales tirou uma pestana em cama alheia e propiciou a criação do dulce de leche com um panic attack da criada de Rosas

Dentro dos alfajores, acompanhando o pudim de leite, em cima das panquecas, ao lado (e dentro) dos croissants, como recheio de bolos, sobre o pão (deslocando a manteiga dos cafés da manhã das crianças), em forma de bala, como barrinhas, saborizando o iogurte e o leito, com mingau ou devorado a colheradas diretamente do pote. O doce de leite é onipresente. Na área das fantasias sexuais, esqueçam o chantilly. Na Argentina, vale mais o doce de leite.

O “dulce de leche” é uma obsessão nacional. Declarado patrimônio cultural gastronômico pelo governo argentino, este quitute é considerado pelos especialistas como o único alimento puramente nacional.

Segundo a lenda defendida na Argentina, foi criado – como muitos inventos – por acaso.
Existe data e lugar para o mito. Segundo a mitologia local, foi no dia 24 de junho de 1829, na fazenda “La Caledonia”, perto da cidade de Cañuelas, na província de Buenos Aires.

Naquele dia, na sede da fazenda, uma criada do ditador Juan Manuel de Rosas estava preparando a “lechada” - que consistia em leite quente açucarada – que o homem mais poderoso da Argentina utilizava para misturar em seu chimarrão.

Naquele dia, Rosas tinha uma delicada reunião marcada com o general Juan Lavalle, que comandava o exército dos Unitários, que estavam no meio de uma sanguinária e interminável guerra civil com o ditador, líder dos Federalistas.

O general Lavalle chegou cedo à sede da fazenda. Cansado pela longa viagem - e ao não ver Rosas no casarão – deitou-se em sua cama, para uma “siesta”, enquanto o esperava.

A criada de Rosas, ao ver Lavalle na cama - em vez de seu patrão - saiu correndo, agitando os braços e gritando enloquecidamente, chamando os guardas. Pouco depois do panic attack ter sido dissipado, quando o mal-entendido foi explicado, a criada voltou à cozinha. Mas, a “lechada” – que havia continuado fervendo, sem mexer - transformara-se em algo espesso.
Ao ser experimentado por Rosas, foi aprovado. E tornou-se um frisson nacional.

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At last but not the least, J.M. Rosas, ditador cuja fazenda foi cenário da suposta criação do dulce de leche. Uma criação que se non è vero, è ben trovatto

Desta forma, mais uma vez - como em tantas outras – a conturbada política argentina gerou efeitos inesperados, neste caso, na culinária nacional. Rosas e Lavalle assinaram o Pacto de Cañuelas, que durou praticamente nada. Mas, o dulce de leche perdura há 180 anos.

Por este motivo, o 24 de junho (em referência à comédia de enredos daquele 24 de junho de 1829) é celebrado como “O Dia da Criação do Doce de Leite”. Em Cañuelas realiza-se todos os anos a “Festa do Doce de Leite”.

Os argentinos rejeitam as outras lendas, que indicam que a patriótica iguaria teria sido criada além das fronteiras em países como o Uruguai, Chile ou Bolívia.

Diversas teorias históricas defendem que sua criação ocorreu no Peru ou no Chile(onde se chama “manjar blanco”). Outras versões indicam que foi criado no México (ali denominado de “cajeta”).

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Muitos querem ser ‘pais’ do popular quitute

Mas, outras lendas indicam que na verdade seria francês, já que o “confiture de lait” é similar. A versão francesa desta criação indica que teria ocorrido no meio de um incidente similar entre oficiais do exército de Napoleão I.

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O indômito corso, segundo alguns, teria propiciado muito mais benefícios à Humanidade além do Código Civil. O doce de leite seria um deles

Nos EUA, nos últimos anos, a denominação em espanhol-argentino de “dulce de leche” para uma série de produtos (sorvetes, quadrados de cheesecake) serviu de argumento adicional para os defensores da teoria argentina da criação do quitute.

O doce de leite debutou como produto industrializado ‘for export’ na Primeira Exposição de Laticínios de Washington, em 1921, no stand argentino.

A Argentina e o Uruguai são os países que mais consomem doce de leite em todo o planeta. Ambos países também são grandes exportadores do produto.

Há poucos anos, a Chancelaria argentina tentou emplacar uma lei para declarar o doce de leite “produto de denominação de origem”. O governo do Uruguai se opôs e propôs que fosse considerado como um produto “da área do Rio da Prata”.

SEDUÇÃO
A obsessão argentina com o doce de leite chega até os produtos de beleza. A empresa VM Beauty lançou na virada do século um brilho para lábios com sabor doce de leite, além de um gel de banho do mesmo sabor e cheiro. Desta forma, um amante poderia sentir nos lábios e corpo de sua amada o sabor e cheiro do doce par excellence da Argentina.
Em Buenos Aires também podem ser encontradas velas aromáticas com cheiro do emblemático doce.

E É BOM DESTACAR QUE…
A origem exata do doce de leite continua sendo um mistério. No entanto, na Argentina (e também no Uruguai), tal como explico no texto acima, a presença do doce de leite na cultura local – e no cotidiano - é fora do normal.

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Sobre o flan, dentro das ‘medialunas’, sobre qualquer doce…na Argentina, o dulce de leche é onipresente

Além disso, está ostensivamente presente e em todas as regiões da Argentina. Em outros países da América do Sul o doce de leite pode ter maior presença em uma região específica, mas não em todas.
Por esse motivo, a Argentina e o Uruguai destacam-se pela cultura do doce de leite na América do Sul.
Na Argentina, o doce de leite pode ser encontrado nos mais variados pratos. E até sobre os corpos humanos!

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http://blog.estadao.com.br/blog/arielpalacios/

23 de Junho de 2009

Responsabilidade Socioambiental

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9 de Junho de 2009

Produtos orgânicos conquistam consumidores, ganham espaço nos supermercados e se transformam em soluções completas para as refeições.

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O consumo de produtos orgânicos cresce de forma exponencial no mundo e no ano passado movimentou cerca de US$ 41,5 bilhões. Alimentos orgânicos ganharam tanta importância, que em maio do ano passado a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) divulgou documento sugerindo que a agricultura orgânica pode ser o caminho para os países reduzirem substancialmente os riscos provocados por falta de segurança alimentar. Agricultura orgânica não é mais um fenômeno apenas de países desenvolvidos, pois já é praticada comercialmente em 120 países e em 2006 ocupou 31 milhões de hectares e movimentou US$ 40 bilhões. A FAO prevê que até 2012 esse mercado já esteja movimentando US$ 70 bilhões. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior mostram que em 2008 havia no Brasil 20 mil produtores de orgânicos, distribuídos numa área de 269 mil hectares, que cresceu 3,7%, comparada com o ano anterior. No p aís, esse setor se expande não apenas com o aumento da produção de folhosas, frutas, legumes e outros alimentos, mas também como fornecedor de matérias-primas para a indústria de cosméticos, biotecnologia e até para a indústria da moda. Na busca por ampliar as áreas de plantio orgânicas e o conseqüente aumento de oferta desses produtos no mercado brasileiro e no exterior, o Instituto Paraná de Desenvolvimento (IPD), a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) e a Apex Brasil criaram o Organics Brasil, que reúne 60 produtores de orgânicos e no ano passado exportou o equivalente a US$ 58 milhões. Entre os principais itens orgânicos exportados, destacam-se soja (44,4%), açúcar (16%) e café (3,7%). Manga (3,8%), cacau em pó (1,2%), tapioca (0,54%) e fécula de mandioca (0,38%). Atualmente, existem no Brasil 7,1 mil produtores certificados e cerca de 13 mil buscam a certificação, que tem custo elevado e ainda é uma barreira principalmente para produtores de pequeno porte. No ranking dos principais produtos orgânicos brasileiros, a soja ocupa a primeira posição, com participação de 31%, seguida por hortaliças (27%) e café (25%). Em termos de área plantada, a liderança fica para as frutas (26%), seguida por cana-de-açúcar (23%) e palmito (18%). Mas também é crescente a produção orgânica de cacau, cítricos, manga, morango, pêssego, uva e até rapadura. A gerente comercial e de desenvolvimento de alimentos orgânicos do Grupo Pão de Açúcar, Sandra Caires Saboia, diz que no ano passado as vendas desses produtos chegaram a R$ 40 milhões nas lojas do Grupo e cresceram 40% sobre o ano anterior. “Para este ano, a expectativa é que as vendas desses produtos ultrapassem R$ 50 milhões. Temos em nosso portfólio mais de 600 produtos orgânicos, com oferta média diária de 200 itens, entre frutas, legumes e verduras, além de 250 itens de mercearia e de 160 itens das categorias de laticínios, congelados e padaria. Adeptos de alimentos orgânicos já conseguem compor refeições completas com esses produtos, seja café da manhã, almoço, lanche da tarde ou jantar”, explica Sandra. (Fonte: SuperHiper, nº. 397, maio de 2009)

9 de Fevereiro de 2009

:: Fispal.com ::

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BTS e ITAL promovem seminário na TecnoLáctea & Sorvetes 2009

Além de reunir as principais entidades representantes do setor, a TecnoLáctea & Sorvetes oferece capacitação profissional, tornando-se um ponto de referência nacional para apresentar inovações e tendências ao mercado.

Nos dias 5, 6 e 7 de maio, das 15h às 19h, a BTS promove um ciclo de palestras em parceria com o ITAL (Instituto de Tecnologia de Alimentos), oferecendo aos visitantes da feira cinco apresentações diárias. O objetivo é ampliar a discussão em torno dos mais importantes assuntos relacionados à indústria de lácteos e de sorvetes.

No dia 5, o Seminário TecnoLáctea & Sorvetes será aberto com a palestra do presidente da Abis (Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes), Eduardo Weisberg. Paulo Henrique, do Instituto de Laticínios Cândido Tostes (MG), Edson Gonçalo, da Abis, e Bruno Figueiredo, do SindSorvete de Minas Gerais, falam sobre os desafios do mercado.

No dia 6, é a vez da Nestlé (à confirmar). Em seguida, Sebastião Brandão, de Viçosa (MG), foca nos derivados do leite e a ABLV (Associação Brasileira da Indústria de Leite Longa Vida) aborda as particularidades do leite longa vida. O ciclo do dia é fechado com uma palestra sobre Legislação e Embalagem e com o case de sucesso dos Sorvetes Rochinha.

No dia 7, a Abiq (Associação Brasileira das Indústrias de Queijo), com 21 anos de experiência do mercado, faz uma apresentação ampla e detalhada sobre o setor de queijos no Brasil. Para encerrar o Seminário, a Tecnolat fala sobre a produção de queijos com prebióticos e probióticos.  

(06.02.09)

10 de Janeiro de 2009

Folha Online - Ambiente - Aquecimento provocará crise alimentar, diz estudo - 10/01/2009

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Metade da população mundial pode sofrer com a falta de comida até 2100 se nada for feito para adaptar a Terra ao aquecimento global. O alerta aparece em estudo publicado na revista "Science".

Segundo o artigo, no final deste século, há probabilidade de mais de 90% de as regiões tropicais e subtropicais conviverem com temperaturas mais altas do que os recordes de calor do século 20. Isso vai afetar as plantações e comprometer a produção de alimentos.

Nos trópicos, as temperaturas mais elevadas poderão comprometer de 20% a 40% da produção das principais culturas, como milho e arroz. Cada 1ºC a mais na temperatura pode significar uma redução média de produtividade agrícola entre 2,5% e 16%.

Segundo o principal autor do estudo, David Battisti, da Universidade de Washington, a temperatura vai causar uma pressão enorme para a produção de alimentos, e a pesquisa nem leva em conta, por exemplo, os problemas de abastecimento de água que serão provocados pelo aquecimento.

"Nós temos que repensar a agricultura como um todo, não somente em novas variedades, mas também reconhecer que muitas pessoas vão deixar a agricultura, e até mesmo se deslocar de terras onde vivem agora", afirmou uma das autoras do estudo, Rosamond Naylor, diretora do programa de Segurança Alimentar e Ambiente da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.

Atualmente, vivem nas regiões tropicais e subtropicais cerca de 3 bilhões de pessoas. Espera-se que o número dobre até o fim deste século. A área analisada no Ocidente compreende desde o sul dos EUA até o norte da Argentina. No Oriente, vai do norte da Índia e sul da China até a Austrália. A África também foi estudada.

Para elaborar a pesquisa, os cientistas usaram 23 modelos de clima –programas de computador que projetam o futuro meteorológico com base no passado. Os autores citam episódios históricos que podem ficar mais frequentes. Entre eles, os recordes de calor na Europa Ocidental em 2003, quando 52 mil pessoas morreram.

Na época, a temperatura média na França foi 3,6ºC mais alta. "Infelizmente, até o final deste século, é provável que o calor como o visto em 2003 seja normal no país", diz o artigo.

Na opinião de Battisti, ainda há como evitar parte da desgraça. "Você pode deixar que isso aconteça e se adaptar dolorosamente, ou você pode se planejar", diz o pesquisador. "Você também poderia atenuar o aquecimento e não deixar que isso ocorra, mas não estamos fazendo um trabalho muito bom sobre a questão."

Brasil quente

No ano passado, pesquisadores da Embrapa (Empresa Brasileira de Agropecuária) e da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas)– apresentaram um estudo sobre os reflexos da mudança climática para a agricultura brasileira.

De acordo com a pesquisa, o maior prejuízo ocorrerá nas plantações de soja. A área adequada ao grão diminuirá 34% até 2050 e a soja deve sumir, por exemplo, de grande parte do Rio Grande do Sul.

O aquecimento global também vai reduzir a área ótima para lavouras de café (queda de 17% na área de potencial cultivo), de girassol (-16%), de milho (-15%), de algodão (-16%), de arroz (-12%) e de feijão (-10%). Só a cana será beneficiada neste cenário –as áreas potenciais para a cultura crescerão 139%.

Folha Online - Ambiente - Aquecimento provocará crise alimentar, diz estudo - 10/01/2009

8 de Janeiro de 2009

Nanotecnologia

Publicado por admin em Treinamento

6 de Agosto de 2008

Ampliação do selo de qualidade

Publicado por admin em Treinamento

06 de agosto de 2008

A Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (Abis) anuncia a modernização dos requisitos de certificação de seu Selo de Qualidade (SAQ), que passa a ser concedido também de acordo com a ISO 22000 – mais recente norma internacional na área de segurança alimentar –, além das normas do Programa Alimentos Seguros (PAS), referente às Boas Práticas de Fabricação (BPF), incluindo os POPs (Procedimentos Operacionais Padronizados) e o Sistema APPCC (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle).

Para estimular as indústrias, a Abis criou um sistema de certificação dividido em três categorias: Produtor de Sorvete, Sorveteria e Fornecedor.

De acordo com o cumprimento das normas e dentro de cada categoria, as empresas receberão um selo que especifica a utilização do certificado: Bronze, com o qual as organizações poderão usar o Selo Abis em suas embalagens primárias; Prata, que permite a utilização do selo em folder promocional, embalagens primárias e secundárias; e Ouro, cujas organizações certificadas poderão usar o selo em qualquer tipo de ação de marketing.

Após a certificação Nível Bronze, a organização tem seis meses para cumprir os requisitos Nível Prata e, a partir daí, o prazo para alcançar o Nível Ouro é de 12 meses. “Garantimos, assim, que empresas certificadas em APPCC ou Boas Práticas de Fabricação alcancem a excelência da ISO 22000 entre 12 e 18 meses”, diz o presidente da associação, Eduardo Weisberg.

Segundo a associação, o Selo Abis de Qualidade proporciona a melhoria da segurança e qualidade de alimentos industrializados, que devem ser estendidas para o consumidor final por meio da conscientização sobre cuidados tanto na compra e no transporte para casa, quanto na conservação e cuidados durante a preparação (higiene e procedimentos) das refeições e na estocagem de sobras.

O proprietário da empresa Sorvebom, Martin Eckhardt afirma que a ISO proporciona uma garantia ao consumidor. “Se em algum produto acontecer qualquer problema, a empresa consegue rastrear, com precisão, em qual setor ocorreu a falha. Todos os processos são avaliados para se conseguir a certificação. Desde o fornecedor de matérias-primas e embalagens até o transporte que leva o produto ao seu destino final”, salienta.

A Sorvebom colocou o selo em todas as embalagens, veículos da empresa e banners nas lojas de varejo.

(Fonte: Revista Leite & Derivados, nº 105, pág. 60, junho de 2008)

25 de Julho de 2008

Você sabia ?

Publicado por Osvaldo Costa em Treinamento, Gelados Comestíveis, Gelada Paixão

Que em 1921 a Mojonnier Brothers lançou a sua primeira máquina de embalagem para sorvetes nos EUA.

Quando pensar em compras, lembre-se, Food Shop.

24 de Julho de 2008

I *CURSO DE APERFEIÇOAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE LATICÍNIOS *

Publicado por admin em Treinamento

Prezados Senhores

Vimos por meio desta convidá-lo para participar do I *CURSO DE
APERFEIÇOAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE LATICÍNIOS *que será
promovido pelo Tecnolat/Ital nos meses de setembro a novembro de 2008.
Maiores informações podem ser conseguidas no endereço eletrônico
http://www.ital.sp.gov.br/tecnolat/eventos/laticinios/apresentacao.html
ou pelo telefone (19) 3743-1757/ 1758.

Diante da realidade de mercado e exigências legais (Ins. Norm. 51/2002)
e técnicas, o Centro de Tecnologia de Laticínios - Tecnolat preparou
este Curso para proporcionar ao profissional da área de laticínios visão
global de bases científicas e tecnológicas do processamento de leite e
derivados. Este curso compreenderá fundamentação teórica e orientação
prática com experimentos na planta piloto do Tecnolat, com participação
direta dos alunos, que terão oportunidade de intercambiar seus
conhecimentos e experiências prévias.

Equipe do TECNOLAT


Dra. Patrícia Blumer Zacarchenco R. de Sá

Pesquisadora Científica

Tecnolat - ITAL

pblumer@ital.sp.gov.br

Tel (19)3743-1860
Fax (19)3743-1862

PROGRAMAÇÃO DE EVENTOS TECNOLAT 2008

Inscrições: Fone: (19) 3743-1759
eventos@ital.sp.gov.br

www.ital.sp.gov.br/eventos ou http://www.ital.sp.gov.br/tecnolat/eventos/laticinios/apresentacao.html

Agosto
25 e 26 - I SIMPÓSIO INTERNACIONAL: PREBIÓTICOS E PROBIÓTICOS

EM PRODUTOS LÁCTEOS (I INTERNATIONAL
SYMPOSIUM:
PREBIOTICS AND PROBIOTICS
APPLICATION IN
DAIRY
PRODUCTS
27/08 - MINICURSO - PRODUÇÃO DE IOGURTE, LEITE
FERMENTADO E
BUTTERMILK
EM ESCALA SEMI-INDUSTRIAL

Setembro a Novembro
05/09 a 28/11 – CURSO DE APERFEIÇOAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE LATICÍNIOS

Quando pensar em compras, lembre-se, Food Shop.

21 de Julho de 2008

SEMANA TECNOLÓGICA CEREAL CHOCOTEC

Publicado por admin em Treinamento, Ingredientes

Programa

Curso de Farinhas - 07 de agosto de 2008

SEMANA TECNOLÓGICA CEREAL CHOCOTEC

08:30 – 08:45 h

Abertura

08:45 – 10:15 h

Características químicas da farinha de trigo: umidade, acidez, cinzas, glúten e falling number
Cristiane R. Gomes Ruffi – CEREAL CHOCOTEC – ITAL

10:15 – 10:35 h

Coffee Break

10:35 – 11:20 h

Análises Reológicas da Farinha de Trigo: Farinografia, Extensografia e Alveografia
Flávio M. Montenegro

11:20 – 12:00 h

Leitura de curvas de análises reológicas
Silvia Helena Biondi – CEREAL CHOCOTEC - ITAL

12:00 – 13:30 h

Almoço

13:30 – 14:30 h

Tecnologia de panificação congelada
Eng. Ricardo Mori - Puratos Brasil Ltda

14:30 – 15:30 h

Panorama sobre o mercado atual de trigo e farinhas
Eng. Jéferson França - Ger. P&D Bunge Alimentos S. A.

15:30 – 16:00 h

Visita ao Laboratório de Análises em farinha de trigo do Cereal Chocotec
Silvia Helena Biondi – CEREAL CHOCOTEC - ITAL

16:00 – 16:30 h

Coffee break no hall do auditório central

16:30 – 17:30 h

Palestra técnica no auditório central: Inovação Tecnológica em Confeitos e Panificação. Ana Cláudia de Nadai – Gelita do Brasil

Programa

Seminário Internacional de Cereais

08 de agosto de 2008

SEMANA TECNOLÓGICA CEREAL CHOCOTEC

Com Tradução Simultânea

08:30 - 08:45 h

Abertura

08:45 -10:15 h

AACC - Dra. Alicia de Francisco - Reprsentante AACC para América Latina

1.Introdução na área de estrutura de cereais e a sua influência no processamento

2. Temas de ponta na área de cereais (current issues)

10:15 -10:30 h

Coffee Break

3. Resumo dos programas dos congressos dos últimos anos.

12:30 - 13:30 h

Almoço

13:30 h

Palestrante: Dr. Terry Sharp ( Inglaterra) - Campden Chorleywood

“An update of the Cereals and Baking Research Programme at CCFRA”.

· The link between genetic make up and wheat performance during baking

· Improved physical methods to predict raw material functionality

· Use of enzymes to improve product quality

· Building a model for predicting bakery product shelf life

16:30 h

Encerramento da Semana Tecnológica do Cereal Chocotec 2008 – Auditório Central

Para mais informações e inscrições:

http://www.ital.sp.gov.br/chocotec/semana_tecnologica/
Secretaria de Eventos
FONE: (19) 3743-1964

22 de Janeiro de 2008

A pesquisa em alimentos da Pré-História à contemporaneidade.

Publicado por admin em Treinamento, P & D, Nanotecnologia

Julio Alberto Nitzke

Publicação PROPESQ / UFRGS

Considerando-se a pesquisa em seu sentido mais amplo, e não na sua interpretação cartesiana atual, a pesquisa em alimentos é quase tão antiga como o homem, pelo menos mais antiga que sua história. De acordo com pinturas rupestres encontradas, o homem pré-histórico descobriu que colocando sua caça perto do fogo ela durava mais tempo, vencendo aí a primeira das inúmeras batalhas contra a deterioração dos alimentos, na sua guerra pela sobrevivência.

Prosseguindo com suas buscas, o homem conseguiu alguns avanços notáveis. Sabe-se, por exemplo, que uma espécie de cerveja já era produzida pelos egípcios há cerca de 5000 anos atrás; este mesmo povo também já dominava a técnica de armazenagem de grãos. Já os romanos eram exímios panificadores, considerando, inclusive, a panificação como uma forma de arte, que liberava seus “artistas” até do pagamento de impostos.

Também na civilização oriental, 2000 anos antes de Cristo os chineses já haviam desenvolvido tecnologia para a conservação de peixes utilizando gelo.

Todas as pesquisas que resultaram nos processos desenvolvidos foram totalmente empíricas, sem nenhum conhecimento ou embasamento teórico, e normalmente utilizando ou simulando processos existentes na natureza, tais como o sol, o calor, o frio. Foi somente em 1792 que um confeiteiro francês, Niccolas Appert, desenvolveu um processo que não era baseado em nenhum fenômeno natural já conhecido. Appert descobriu que ao colocar os alimentos em vidros com algum líquido, lacrando-os com rolha e cera e fervendo-os em banho-maria por um determinado período conseguia uma prolongação da vida de prateleira destes alimentos. O processo de preservação criado pelo confeiteiro francês é o mesmo que produz o que hoje conhecemos como conservas, ou enlatados, e que, em sua homenagem, foi denominado de apertização, englobando todo aquele método que depende de um tratamento térmico para combater a deterioração do alimento.

Na época, Appert acreditava que a preservação do alimento devia-se a ausência de ar no interior do frasco. Esta hipótese foi derrubada por Pasteur, na segunda metade do século XIX, ao provar que os pequenos seres vivos que já haviam sido identificados por Leeuwenhoek em 1675 eram responsáveis por deteriorações nos alimentos e doenças no homem. As pesquisas de Pasteur demonstraram que o efeito da temperatura na preservação dos alimentos era na realidade sobre os microrganismos, observando que uma temperatura de 62-63ºC por um período de uma hora e meia era suficiente para eliminar os microrganismos presentes nos sucos de frutas. Este processo, que recebeu o nome de pasteurização, provocou uma grande alavancagem na qualidade dos vinhos franceses, principal indústria francesa na época, concedendo a Pasteur um grande prestígio junto ao governo de seu país.

Ao relacionar a presença de microrganismos com a deterioração dos alimentos e com a geração de produtos pela fermentação com estes mesmos seres vivos, Pasteur não somente resolveu o problema dos produtores de vinho e cerveja de seu país, mas criou a fundamentação teórica da quase totalidade da pesquisa em alimentos, pois é bastante difícil falar-se de pesquisa em alimentos sem referir-se, direta ou indiretamente à ação dos microrganismos. É esta presença constante da vida ou da supressão da vida, seja ela qual forma que tenha nos diferentes produtos, que diferencia o objeto de estudo dos profissionais que trabalham com alimentos de seus pares mais próximos, tal como os engenheiros químicos, químicos ou farmacêuticos.

As pesquisas de Appert tiveram como elemento desencadeador um concurso lançado por Napoleão, para premiar quem desenvolvesse um processo que produzisse um alimento que pudesse ser transportado por seus soldados a frentes de batalha distantes de seu local de origem. Niccolas Appert venceu o concurso, ganhando uma grande soma em dinheiro

Esta relação entre a pesquisa e as guerras, é uma das características marcantes nesta área de alimentos; foi iniciada por Appert com as Guerras Napoleônicas e estende-se até os dias de hoje.

Durante a Primeira Guerra Mundial ocorreu o primeiro grande surto de industrialização e os pesquisadores do setor alimentício foram instados a desenvolver processos para a produção de alimentos industrializados em grande escala, com o que potencializaram-se as probabilidades de ocorrências de danos à saúde pública ocasionados por alimentos. Como conseqüência, as pesquisas de Alimentos e Saúde Pública iniciavam um longo caminho.

A Segunda Grande Guerra foi a primeira de proporções globais, e provocou grandes mudanças na sociedade. Entre elas, destaca-se a inserção da mulher no mercado produtivo, retirando-a do lar, onde era a responsável pela produção dos alimentos. Com isto, tiveram que ser pesquisados novos métodos de processamento de alimentos, pois agora, além de não serem deterioráveis, de serem capazes de ser transportados, eles deveriam também ser facilmente preparados, libertando as mulheres da longa jornada junto ao fogão no preparo das refeições familiares.

Com isto teve um grande advento nos países do hemisfério Norte o processo de preservação dos alimentos por congelamento, que havia sido desenvolvido industrialmente desde o início do século, mas que somente agora teve seu apogeu, principalmente com o segmento de alimentos prontos. No hemisfério Sul, talvez com exceção da Oceânia, este desenvolvimento levou quase um quarto de século para atingir o mesmo prestígio alcançado nos Estados Unidos e Europa a partir da década de 50. No Brasil foi somente na última década que os produtos congelados começaram a fazer parte do cotidiano de uma parcela privilegiada da população. Este “atraso” tecnológico, se é que pode-se chamar assim, deve-se principalmente a dois fatores muito importantes: 1 - o consumo de produtos congelados exige a chamada “cadeia do frio” que implica que todos os elos de sua cadeia, desde a produção até o consumo final na casa do consumidor possuam aparelhos de congelamento, o que nos países de clima mais tropical onera muito o processo; 2 - as pesquisas sobre a aplicação de frio nos alimentos são realizadas principalmente pelas indústrias, sendo muito poucas as instituições acadêmicas voltadas para este assunto.

Prosseguindo com a relação entre guerras e pesquisas em alimentos, com a Guerra do Vietnã tivemos a introdução dos “pouches autoclaváveis”, um embalagem multilaminada similar a das sopas desidratadas, que no entanto pode suportar temperaturas e pressões muito elevadas, sendo uma evolução dos apertizados ou conservas, com um aprimoramento muito grande na qualidade destes produtos, que todavia ainda não chegou ao Brasil.

A Guerra do Golfo trouxe os alimentos prontos para comer, que nos EUA recebem a sigla de RTE - ready to eat, que formam uma das mais promissoras fontes de negócio atualmente, e que gradativamente vem sendo introduzidos por aqui.

Nestes tempos de paz os desenvolvimentos voltados para a guerra foram substituídos pelas conquistas espaciais, e a NASA tem tomado a liderança na pesquisa de novos alimentos. Para suas viagens à lua os astronautas receberam alimentos liofilizados, um dos mais seguros em termos microbiológicos, sensoriais e nutricionais e adequados a armazenagem sem condições especiais e em porções reduzidas. Estes mesmos alimentos foram posteriormente utilizados por nosso desbravador dos mares Amyr Klink. Outros desenvolvimentos recentes como alimentos de umidade intermediária , as técnicas de APPCC - Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle, que já foram integradas à atual legislação de alimentos e a tecnologia de “clean room packaging” também foram desenvolvidos pela NASA.

Um outro elemento marcante que pode ser extraído desta relação entre a pesquisa em alimentos e as necessidades exigidas pelas guerras é a realização de estudos feitos fora do âmbito da academia. Acredito que na grande parte das outras áreas do conhecimento as pesquisas são realizadas prioritariamente dentro do ambiente das universidades. Na área de alimentos, não somente as indústrias possuem grandes centros de pesquisa, mas existem instituições, não relacionadas ao meio acadêmico, que realizam pesquisas e desenvolvimentos. As pesquisas nestas instituições não restringem-se a simples desenvolvimentos aplicados, mas freqüentemente englobam a busca de conhecimentos de ciência pura, vista por alguns como sendo de domínio exclusivo dos laboratórios universitários. No Brasil, os melhores exemplos deste tipo de instituição são o ITAL, Instituto Tecnológico de Alimentos, em Campinas, que é uma das mais renomadas unidades de pesquisa em alimentos, e a EMBRAPA, que apesar de ter sua área de enfoque nas pesquisas agrícolas, realiza muitos desenvolvimentos no ramo da ciência e tecnologia dos alimentos. Em Porto Alegre, tínhamos a Fundação de Ciência e Tecnologia - CIENTEC, que nos últimos anos abandonou um pouco a seara da pesquisa em alimentos, concentrando seus esforços na prestação de serviços, principalmente de análises.

A pesquisa em alimentos realizada no Brasil, principalmente no meio acadêmico, em minha opinião, ainda não é bem reconhecida no panorama mundial, não sendo destaque em quase nenhum evento ou publicação científica internacional. Duas razões principais colaboram para que isto ocorra. Em primeiro lugar, nos países que se destacam no setor, entre eles os Estados Unidos, Inglaterra, França e Alemanha, existe uma inter-relação muito forte entre os setores acadêmicos e produtivo, com uma intensa troca de subsídios, financiamentos e informações entre eles, o que resulta numa produção muito fecunda de resultados e inovações, como pode ser observado em qualquer encontro científico lá realizado. No Brasil, por outro lado, existe uma desconfiança mútua entre os setores acadêmico e produtivo, que salvo raras exceções, principalmente na região de Campinas, dificilmente conseguem falar a mesma língua realizando um trabalho conjunto com bons frutos para ambos os setores.

Por um lado, os empresários brasileiros do setor alimentício, acreditam muito mais na tradição, no “meu pai sempre fez assim e deu certo, meu avô sempre fez assim e deu certo, por que eu vou mudar?”, do que em inovações científicas ou tecnológicas que poderiam colocar seu estabelecimento em pé de igualdade com outros mais avançados. Ainda mais, sua opinião é que todo o desenvolvimento científico e tecnológico deva ser bancado pelo Estado, normalmente furtando-se a qualquer colaboração financeira de sua parte. A universidade, por sua vez, vê o empresário como extremamente imediatista e não respeita o valor de sua tradição e de seu conhecimento empírico.

Além disto existe o problema de interesses distintos; enquanto para o empresário interessa o sigilo das informações obtidas e a garantia de exclusividade dos resultados encontrados, para o pesquisador o fundamental é a publicação destes resultados, é através da maior disseminação possível que ele obterá o reconhecimento de seus pares. Este mesmo paradoxo existe nos países desenvolvidos, mas uma situação bastante peculiar da área de alimentos no Brasil torna-o mais difícil de ser resolvido. Até o ano passado nenhum processo, produto ou equipamento destinado à alimentação era permitido de ser patenteado.

O outro fator que restringe a aceitação internacional dos trabalhos de pesquisa realizados no Brasil é sua regionalização. A grande maioria dos trabalhos de pesquisa realizados, principalmente nos estados do Norte e Nordeste do pais, estão, muito acertadamente, relacionados com as culturas locais, sobretudo das frutas e peixes da região, que são extremamente abundantes. Esta especificidade do objeto das pesquisa, longe de ser desmerecedor de valor, torna-o de interesse mais restrito, dificultando, inclusive a troca de informações e conhecimentos, mesmo a nível nacional, onde os produtos daquela região são quase que desconhecidos pelos pesquisadores das regiões Sul e Sudeste.

É obvio que apenas isto não é um impeditivo para o reconhecimento internacional das pesquisas regionais, pois apenas como exemplo, podemos citar os trabalhos sobre a toxicologia da erva-mate, cultura de âmbito extremamente localizado, e que já foi apresentada por duas vezes em congressos de renome mundial.

Como já pode ser percebido, a pesquisa em alimentos possue algumas características que a distingue de outras áreas do conhecimento. A meu ver, os trabalhos realizados no ICTA, Instituto de Ciência e Tecnologia de Alimentos, desta Universidade, reúne a quase totalidade destas características, e será, por esta razão, utilizado como modelo referencial para discorrer sobre elas.

Uma primeira característica é a grande diversidade de formações profissionais que estão capacitadas e efetivamente atuam na pesquisa em alimentos. Se tomarmos como referência a grande área do CNPq das Ciências Agrárias, que compõe a presente mesa, nas outras duas subáreas aqui representadas, a de Agronomia e Veterinária, seguramente poderemos afirmar que a maioria dos trabalhos realizados foram coordenados por Engenheiros Agrônomos ou Veterinários. Já na subárea de Ciência e Tecnologia de Alimentos, além dos profissionais anteriormente mencionados, temos Engenheiros de Alimentos, Engenheiros Químicos, Químicos, Farmacêuticos, Bioquímicos, Biólogos e Nutricionistas, entre outros. Um bom exemplo a ser mencionado é um projeto de pesquisa recentemente enviado pelo ICTA à FAPERGS, onde o mesmo assunto, no caso um suplemento alimentar, está sendo estudado em todas as suas facetas, desde sua produção, processamento, controle, aspectos toxicológicos, antropológicos até seus reflexos na informação, educação e saúde pública. O referido projeto é formado por 9 subprojetos, envolvendo diretamente 14 profissionais, de todas as áreas mencionadas anteriormente, acrescidos de Médicos, Dentistas, Enfermeiros e Antropólogos.

Ao contrário da grande maioria das Faculdades e Institutos da Universidade onde domina, normalmente, uma classe de profissionais, no ICTA existem todas as classes mencionadas acima, envolvendo-se tanto na pesquisa como no ensino e extensão. Como já dito, esta característica não é exclusiva do Instituto, mas de todas as instituições que trabalham com alimentos. A melhor comprovação que tem-se para isto é o Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Alimentos, realizado bianualmente pela SBCTA - Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos, onde congregam-se representantes de todas estas classes profissionais.

Esta característica de multidisciplinariedade não deve ser encarada como um entrave, muito antes pelo contrário; a visão do mesmo objeto por uma diversidade de enfoques e pontos de vista só tem a enriquecer o resultado final a ser atingido, mas não podemos esquecer que, devido a aspectos inerentes à própria raça humana, torna-se muito mais difícil a concatenação destas idéias em prol de um objetivo comum.

Acredita-se que um dos fatores responsáveis por esta diversidade de atuações deve-se a não existência, até pouco tempo atrás, de um profissional com atuação específica na área. O primeiro curso com esta característica, o de Engenharia de Alimentos, em Campinas, começou a formar profissionais apenas na década de 70. Aqui mesmo em nossa Universidade, o ICTA foi instituído em 29 de dezembro de 1958, tornando-se o primeiro instituto de pesquisas científicas em alimentos no Brasil, e desde então vinha colaborando na formação de profissionais de Engenharia Química, Química, Agronomia e Farmácia. Somente a partir de 1994 o ICTA iniciou seu primeiro curso de formação regular, de Engenharia de Alimentos.

Como o Engenheiro de Alimentos possui capacitação e habilitação para atuar em praticamente todas as áreas anteriormente abrangidas pelas diversas classes profissionais atuando no setor, com exceção do Nutricionista, que pode atuar na ênfase clínica, é de se esperar, como já acontece na região de Campinas, que estes profissionais passem a dominar o mercado, inclusive da pesquisa, tirando-lhe esta característica tão peculiar e rica.

Outra característica marcante da pesquisa em alimentos é crescimento ocorrido nos últimos anos. Será tomado como parâmetro de comparação o Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Alimentos, que sem desconsiderar outros eventos realizados em áreas mais específicas, tais como Microbiologia, Análise de Alimentos, Biotecnologia, etc., é considerado o evento científico mais importante para a área de alimentos. De acordo com os anais dos congresso, em 1994, foram apresentados 420 trabalhos científicos, distribuindo-se nas áreas de Controle de Qualidade (48), Embalagens (10), Engenharia - Processos (76), Métodos Analíticos Aplicados (26), Microbiologia (66), Nutrição e Toxicologia de Alimentos (30), Química e Bioquímica de Alimentos (78) e Outros (96). Já no último congresso realizado recentemente, no Rio de Janeiro, foram selecionados 569 trabalhos, nas áreas de Aditivos/Ingredientes (18), Biotecnologia (35), Controle de Qualidade (110), Engenharia/ Modelagem (19), Métodos Analíticos (21), Microbiologia (69), Nutrição (59), Processamento (109), Propriedades físicas (28), Química e Bioquímica (102).

Também neste aspecto o ICTA segue o padrão estabelecido. No congresso de 1994 não houve nenhum representante da Universidade, já em 1998, foram apresentados 5 trabalhos de pesquisas realizados pelo Instituto, sendo 3 na áreas de Nutrição, 1 de Processamento e 1 de Biotecnologia.

Esta mesma revigoração da pesquisa pode ser percebida internamente, através da participação das pesquisas em alimentos no Salão de Iniciação Científica da Universidade. No mesmo ano de 1994, a área de alimentos (que estava vinculada à área da saúde) participou com 4 trabalhos, sendo 3 do ICTA e um de fora da Universidade.

Neste ano de 1998, existem duas seções específicas para a Ciência e Tecnologia de Alimentos, com a apresentação de 24 trabalhos, sendo 16 da UFRGS e 8 de outras instituições.

A pesquisa acadêmica está normalmente associada a cursos de pós-graduação. Mais uma vez a pesquisa em alimentos distingue-se das demais. Grandes centros de pesquisa, tais como o ITAL, de Campinas, ou o CTAA - Centro Tecnológico de Agroindústria e Alimentos da EMBRAPA, no Rio de Janeiro ou o Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo, não possuem qualquer vinculação formal com cursos de pós-graduação. Novamente, o ICTA como bom modelo referencial (não obrigatoriamente positivo), repete o padrão. O Instituto de Ciência e Tecnologia de Alimentos é a única unidade dessa Universidade que não possui um curso de pós-graduação. Alguns de seus doutores colaboram com cursos de outras unidades, principalmente com o Curso de Microbiologia Agrícola e do Ambiente, da Faculdade de Agronomia, porém o Instituto não possui nenhum curso próprio, nem a nível de Especialização. No entanto, como pode ser comprovado anteriormente, isto não significa que não se realizem pesquisas de importância. A quase totalidade dos professores está envolvida com pesquisas, a duras penas, pois a baixa titulação e poucas publicações (existem poucos periódicos científicos nacionais e pelas razões já explicitadas a publicação em periódicos internacionais é difícil) dificulta sobremaneira o acesso dos pesquisadores a bolsas e auxílios dos órgãos de fomento, tanto a nível estadual como federal , restando-lhes apenas o apoio (felizmente concedido) interno da Universidade.

Não considerando-se os cursos de pós-graduação de outras áreas, que permitem uma ênfase em alimentos, tal como acontece com o Pós-graduação em Microbiologia Agrícola e do Ambiente desta Universidade, o único curso de Doutorado existente na região Sul é o da Universidade Estadual de Londrina, em Ciência de Alimentos. Existem outros 7 cursos de doutorado em alimentos no Brasil, sendo que 4 deles estão na UNICAMP, inclusive os dois únicos existentes no Brasil, na área de engenharia e tecnologia .

Além de causar transtornos à pesquisa, a falta de cursos de Doutorado, e consequentemente de doutores dificulta, também, a contratação de professores para os cursos de Engenharia de Alimentos, sobretudo para as áreas tecnológicas. Recentemente tivemos que repetir 3 vezes um concurso para Professor Adjunto, sem que conseguíssemos selecionar um candidato, com o que a vaga foi baixada para Professor Assistente.

Ao falar-se em alimentos é difícil não dicotomizar-se em ciência e tecnologia, seja no próprio nome do Instituto, seja na maior congregação científica da área, ou em seu congresso, e até mesmo nos cursos de pós-graduação existentes. Normalmente no primeiro estão incluídas as áreas básicas, tais como microbiologia, bromatologia, etc. enquanto o segundo trata da aplicação destes conhecimentos a produtos. Tradicionalmente os pesquisadores, como decorrência ou causa do que acontece com o ensino, atuam apenas em uma área ou outra, com alguns contatos entre eles. Com as mudanças que vem ocorrendo no setor produtivo e na forma organizacional das empresas, bem como nas novas fronteiras do conhecimento, os limites entre estas duas grandes áreas tendem a diminuir, exigindo um profissional que, mesmo possuindo sua área de especialização, consiga transitar livre e facilmente entre os dois lados desta mesma moeda.

Como ponto final, porém não menos importante, entendo que a pesquisa em qualquer área deve refletir a realidade que a cerca, ou então existe alguma coisa errada com o objeto da pesquisa que está sendo realizada. Assim deve ser com a pesquisa em alimentos.

As previsões de Malthus, que indicavam um crescimento geométrico da população e aritmético da produção de alimentos , felizmente não se concretizaram, e pelo menos sob o aspecto de seus crescimentos descompassados a humanidade conseguiu equacionar o binômio alimentos x população. O grande fantasma da carência mundial de alimentos foi afastado, nunca se produziu tanto, e por diversas razões, a população mundial vem crescendo a níveis bastante menores. Ao lançarmos um olhar generalista sobre as populações mundiais e mais especificamente sobre a brasileira podemos afirmar que o problema da fome está praticamente superado, no entanto, podemos ainda distinguir claramente dois pólos principais de consumo de alimentos. De um lado temos uma grande legião de “sobreviventes”, que se não estão mais fadados a morrer de fome, encontram-se no limiar da desnutrição, sofrendo de doenças não ligadas a carências energéticas ou protéicas, mas de vitaminas e sais minerais. No extremo oposto existe uma população com um alto nível de educação e poder econômico, que tem acesso ao que acontece nos países mais desenvolvidos, e cultiva, consequentemente, os mesmos hábitos de consumo inclusive em relação a sua alimentação, sendo quase tão seletiva quanto eles em relação à qualidade esperada dos produtos a serem consumidos.

No Brasil, e como bom modelo que representa, no ICTA, a pesquisa em alimentos reflete esta situação e divide-se entre estes dois pólos.

De um lado temos uma parcela dos pesquisadores que dedica-se a buscar alternativas de processos, matérias-primas e complementações que possam diminuir o deficit nutricional ainda existente em uma significativa parcela da população, principalmente infantil, a um preço acessível. . Estas pesquisas enquadram-se com as recomendações da Organização Mundial da Saúde que vem enfatizando através das Conferências Mundiais da Saúde a importância dos conhecimentos tradicionais, relacionados com o uso de recursos naturais, principalmente plantas, ervas, condimentos, que constituem indiscutível alicerce na Atenção Primária em Saúde, devendo merecer das autoridades governamentais e das instituições de pesquisa toda a atenção e o investimento possível, inclusive quanto ao resgate de suas raízes e o seu real significado sociocultural e econômico nas diferentes culturas.

O conceito de Atenção Primária em Saúde engloba a questão da qualidade e da quantidade dos alimentos/ segurança alimentar, alcançada através de métodos e tecnologias práticas cientificamente fundamentados e socialmente aceitáveis, postos ao alcance universal dos membros das comunidades, mediante sua plena participação e os custos suportáveis .

Dentro deste conceito temos todos os trabalhos que vem sendo realizados no Instituto com relação a Alternativas Alimentares, principalmente a Multimistura.

Do outro lado, convivendo pacificamente, inclusive ocasionalmente no mesmo pesquisador, existe a busca da satisfação do cliente mais exigente, do processo mais inovador, do colocar-se ao mesmo pé de igualdade aos pesquisadores dos países mais desenvolvidos. Nesta gama encontram-se as pesquisas que transformam o nosso arroz do dia a dia em um produto de preparo quase que instantâneo, com a manutenção de todas suas características sensoriais e nutritivas, pela utilização de equipamentos de última geração, para satisfazer a dona ou dono-de-casa que passa o dia todo trabalhando e não quer desperdiçar seu precioso tempo em um fogão. Temos também as mais inovadoras pesquisas envolvendo a biotecnologia, seja na utilização de microrganismos ou enzimas para a produção de novos produtos, ou no emprego destes mesmos agentes na utilização de substratos do processamento convencional como forma de maior rendimento ou melhoria da produtividade.

Indo ao encontro das novas tendências, que buscam um melhor equilíbrio energético, sem a perda dos atributos sensoriais, temos o desenvolvimento de inovadores produtos “diet”, tão esperados por aqueles que por razões de saúde ou estética viam-se privados de alguns dos prazeres do homem convencional.

Estes dois últimos segmentos da pesquisa realizada pelo ICTA, são também os que vem recebendo o maior destaque tanto na mídia científica e comercial, como nos encontros científicos. A Biotecnologia tem estado ultimamente em voga por sua relação com os recém liberados produtos transgênicos, atualmente presentes, ainda, apenas na forma de sementes, mas que em breve atingirão a produção de alimentos, gerando toda uma nova discussão ético-científico sobre sua adequabilidade e necessidade ou não de informação ao consumidor.

Os alimentos diet e outros de sua natureza, por sua vez, integram a mais nova corrente de desenvolvimento do setor alimentício, que ultrapassaram as fronteiras da simples nutrição como forma de saúde, elevando-os à categoria de quase remédios, que tem recebido a denominação de nutraceuticos. Este novo ramo da ciência e tecnologia de alimentos introduziu novos questionamentos ético-morais, e aproximou os profissionais da saúde a estes das ciências agrárias, tornando cada vez mais complexa e difícil a categorização e classificação destas pesquisas de acordo com os padrões tradicionalmente obedecidos a décadas.

Concluindo, pode-se perceber que tanto contemporaneamente com todos os questionamentos trazidos à tona pelas relações de alimentos com genética, com biotecnologia ou com medicamentos, como pré-historicamente pela utilização dos fenômenos naturais a seu favor, a pesquisa em alimentos, a parte de suas especificidades e idiossincrasias, a exemplo das outras áreas que compõem esta mesa, sempre buscou satisfazer aquela que é uma das necessidades básicas do ser humano, pois como sempre se disse:

“nem só de pão vive o homem”, mas sabe-se

“que sem ele o homem não vive”.

Outubro de 1998

20 de Janeiro de 2008

Macadâmia é rica em antioxidantes e em calorias

Publicado por admin em Treinamento

RACHEL BOTELHO
da Folha de S.Paulo

Único alimento nativo da Austrália conhecido internacionalmente, a noz macadâmia é empregada na fabricação de sorvetes, barras de chocolate e biscoitos e para dar um toque especial a sobremesas e a pratos salgados, como risotos e saladas. Também costuma ser servida como aperitivo, torrada, salgada ou caramelizada.

Assim como outras amêndoas, é rica em ácidos graxos, antioxidantes que retardam o envelhecimento e protegem o sistema cardiovascular. Também como elas, ajuda a reduzir os níveis de colesterol no sangue. “Isso ocorre devido às altas concentrações do ácido palmitoléico, responsável pela assistência ao corpo no metabolismo dos lipídeos, equilibrando os níveis de colesterol HDL (’bom’) e LDL (’mau’)”, explica o produtor Pedro Toledo Piza, diretor técnico da ABM (Associação Brasileira de Noz Macadâmia) e diretor da QueenNut Macadâmia, empresa que beneficia e exporta 35% da produção brasileira.

Só vale prestar atenção à quantidade ingerida, já que 100 g da noz torrada e salgada possuem 647 calorias.

Descoberta somente na segunda metade do século 19, a macadâmia é cultivada hoje principalmente na Austrália e no Havaí, mas também na África do Sul e em outros países. O Brasil, que iniciou o plantio comercial durante a década de 1970, figura em sétimo lugar do ranking, embora possua a quarta maior área plantada, concentrada nos Estados de São Paulo e do Espírito Santo. “Só que nossos pomares ainda são jovens, em fase de crescimento”, afirma Piza.

Em 2007, segundo dados da ABM, cerca de 85% da produção nacional será exportada, in natura, e o restante consumido no mercado interno.

Óleo

Da macadâmia, é extraído também um óleo utilizado pelas indústrias cosmética e farmacêutica, mas o mercado para o produto ainda é incipiente. “Somente 4% das amêndoas são destinadas para isso”, explica o produtor.

De acordo com ele, trata-se de um produto caro porque o quilo da amêndoa é vendido em atacadistas por valores entre R$ 30 e R$ 60, e são necessários, em média, três quilos para obter um litro de óleo –sem falar nos custos operacionais e de mão-de-obra e na rentabilidade do negócio.

23 de Dezembro de 2007

Feliz Natal.

Publicado por admin em Treinamento
10 de Dezembro de 2007

O clássico picolé Chicabon completa 65 anos de existência

Publicado por admin em Treinamento

Para comemorar, o sorvete ganhará embalagens em estilo vintage lembrando a história da marca

A receita de chocolate, malte e leite do clássico picolé Chicabon está completando 65 anos. Para comemorar a data, a Kibon, fabricante do produto, investe R$ 1,5 milhão em ações que incluem embalagens comemorativas, novo formato de sorvete e uma promoção cujo objetivo é fazer com que os participantes desvendem e procurem pistas nas mais variadas mídias e lugares para descobrir quem roubou a primeira embalagem de Chicabon.

Para comemorar os 65 anos da marca, a linha Chicabon ganhará edição especial com embalagem em estilo vintage que explora os elementos das principais embalagens das seis décadas de história do produto.

Outra novidade será o lançamento do mini Chicabon, uma caixa recheada de mini-bombons de sorvete Chicabon cobertos por chocolate ao leite, com embalagem também em estilo vintage.

A Kibon atua no mercado de sorvetes há 65 anos, sendo a primeira indústria brasileira do segmento. O primeiro sorvete da marca foi o Eskibon, seguido, ainda no mesmo ano (1941), pelo Chicabon.

8 de Dezembro de 2007

O mercado de sorvetes

O tópico da conveniência para os produtores industriais

Seguindo a coletânea de artigos iniciadas pelo artigo publicado na Sorveteria Brasileira de número 172, se dedica o início deste a tratar do tópico conveniência e as ações dos produtores industriais. Define-se conveniência, como o conjunto de esforços no sentido de eliminar barreiras que dificultem o fluxo de produtos entre produtor e consumidor e a utilização dos produtos pelo consumidor. Estas barreiras podem ser de vários tipos, e serão aqui, para maior facilidade, divididas em dois grupos distintos: aquelas entre a indústria e o revendedor, e as barreiras entre o revendedor e o consumidor final dos produtos.

Barreiras entre o produtor e os revendedores

Garantir o acesso do consumidor final aos produtos depende de garantir o suprimento contínuo aos revendedores. Estes revendedores, sejam eles super e hipermercados, bares, padarias e lojas de conveniência são fundamentais por se tratarem do último elo da cadeia entre produtor e consumidor. É fundamental que seu número seja grande e bem distribuído, provendo fácil acesso ao produto. Sobre eles, algumas das dificuldades que podem constituir barreiras:
• Disponibilidade de equipamentos frigoríficos: muitos potenciais revendedores, situados em locais de grande fluxo, não dispõem de equipamento de refrigeração adequado para armazenar sorvetes. Fornecer freezers a esses clientes é uma saída que tem possibilitado o crescimento de muitos industriais do sorvete em nosso país. O tamanho do equipamento é também importante : que esteja de acordo com o tamanho do potencial de vendas e com o intervalo entre o tempo das entregas para a região ( que sua capacidade seja suficiente para armazenar sorvetes por um período superior aquele em que serão feitas as entregas).
• Entregas: o consumo de sorvete é largamente dependente do clima, e a sazonalidade deriva em grande medida desta característica: por exemplo, embora haja uma tendência normal a redução de consumo durante o inverno, caso ocorram alguns dias com clima quente e ensolarado é natural haver uma certa pressão com a ampliação do consumo de sorvetes neste período. O serviço de atendimento comercial e de entregas deve ser pensando de maneira a lidar com essas flutuações e oscilações. Primeiro, é fundamental, tanto em relação ao trabalho dos vendedores quanto do serviço de entregas, estabelecer uma periodicidade de idas a uma região, seguindo um roteiro racional, em que possa haver inclusive vinculação entre o trajeto do vendedor e o das entregas : programá-las para que o vendedor visite uma região um ou dois dias antes da entrega prevista para aquela região, por exemplo, garante agilidade. Essa periodicidade faz com que os clientes, os pontos de venda, se habituem a manter um certo nível de organização e planejar as suas compras. No entanto, é preciso ser flexível para entender que os clientes podem planejar suas compras, não suas vendas: que essas são largamente afetadas pelo efeito do clima e que variações de clima e sua pressão sobre as vendas devem ser acomodadas de alguma forma, com algum tipo de serviço especial, no serviço de entregas: sempre de maneira a garantir o suprimento ao cliente, a garantir o ponto de venda abastecido.
• Condições Comerciais: preços e prazos praticados devem ser coerentes com o momento, seja do cliente, seja da variação normal de sazonalidade. Prazos mais elásticos e condições de preços mais favoráveis para, quando da introdução do produto, o ponto de venda ter condições de estabelecer uma clientela, criando volume de compras. Dessa forma, reduz-se a necessidade de capital de giro do comerciante que deseja ser um revendedor do produto: e se o investimento necessário se torna menor, há quantitativamente um número maior de comerciantes em condições de fazê-lo.

Barreiras entre o produtor e o consumidor

Comunicação visual

O uso da comunicação visual, seja na construção de material visual de apoio de ponto de venda ( posters e adesivação de freezer), seja no design de embalagem, deve ter como um de seus objetivos tornar o produto acessível a todos os públicos. Por exemplo, o uso de cores e de imagens que ajudem a identificar o sabor do produto ( imagens de frutas, por exemplo) servem para facilitar a compreensão por parte de crianças em idade pré-escolar e de adultos que não sejam alfabetizados. Nesse quesito, algumas idéias a respeito das embalagens e apresentação visual :
• Braile: inserir inscrições nas embalagens dos produtos permite o acesso mais fácil dos deficientes visuais,
• Línguas estrangeiras : mercados importantes no cenário nacional recebem frequentemente turistas de outros países. Não ter o nome e descrição de seus produtos em seu material promocional e de embalagens, pelo menos em Inglês, pode diminuir a chance de o produto ser consumido por turistas.

Embalagem- tamanho e adequação

Como brevemente mencionado no artigo de abertura, a criação de novos tamanhos de embalagem tem papel importante. O entendimento do que cada tipo de consumidor necessita em relação ao tamanho de embalagens derruba barreiras como, por exemplo:
• Impacto em custos e uso: embalagens menores tem menor desembolso. Veja-se o que acontece com alguns produtos lácteos, como sobremesas e produtos em bandejas, que são vendidos fracionados em pontos de venda. Uma das hipóteses para esse hábito é a possibilidade de atingir um público que tenha menor poder aquisitivo. No caso de revendedores de sorvete, o tamanho usual de 10 litros possui limitações: 5 litros permitiriam ao revendedor que adquirisse mais sabores, oferecendo mais produtos ao seu cliente e dispondo de um mix melhor. 10 litros parece ser um limitante a uma maior disponibilidade de sabores, mas por outro lado mais adequado a clientes que adquirem um único produto ( restaurantes que utilizem apenas sorvete de creme como parte de sobremesas).
• Atendimento a famílias menores: a criação de embalagens menores para esse público garante que o produto adquirido seja compatível com a quantidade necessária, e evita longos período de armazenagem que poderiam tornar o produto cristalizado e pouco atrativo para o consumo. Atende também ao público que não possui espaço no refrigerador doméstico.

Disponibilidade de produtos- adequação de sabores e formulações

O Brasil é um país de dimensão continental, com grandes diferenças culturais e econômicas entre regiões. A vegetação é diferente, bem como o clima. E diferentes hábitos alimentares fazem pensar ser necessário, para atender bem a todo o país, ter um portfólio regionalizado: compreender que cada região apresentas diferentes hábitos alimentares. Isto se dá, entre outros, pela diferente disponibilidade de frutos e seu consumo regional: no nordeste temos o cajá, o sapoti, a graviola; no norte o tucumã, o cupuaçu, o açaí; no sul e sudeste maçãs, uvas. Há também preferências regionais por parâmetros de formulação, como quantidade de açúcares e gordura: em geral a região nordeste tem preferência por produtos mais doces, e o teor de gordura é menor; mais ao sul os produtos são menos doces e com maior quantidade de gordura. Adequar-se oferecendo produtos com formulação adequadas e com sabores de cada região é fundamental: evita-se assim a barreira de um portfólio desviado dos hábitos do consumidor, inadequado a sua bagagem cultural.

Conclusão

O objetivo quando se trata da distribuição sempre foi maximizar as vendas através do aumento do número de pontos de venda. O entendimento de conveniência soma a isso derrubar qualquer barreira que impeça ao consumidor ter acesso ao produto. Se o consumidor hoje tem poucas horas por dia para sair de casa para ir até o ponto de venda, cria-se uma forma de que o produto vá até ele. Se tem pouco dinheiro, ou não possui espaço no refrigerador, embalagens menores podem ser a solução. Estar atento aos diferentes tipos de consumidor, suas necessidades e saber ler que dificuldades os impedem de consumir é fundamental.
Quando se trata dos intermediários, dos revendedores, é preciso uma leitura diferente: primeiro, no sentido de ampliação de pontos de venda, deve-se buscar vender onde não se vende. Em hotéis, cozinhas industriais, motéis, restaurantes. No tocante a dificuldades, barreiras impostas ao revendedores, fornecer o equipamento frigorífico, uma prática bem disseminada em vários fabricantes de sorvete, é fundamental para evitar que a falta de equipamento frigorífico seja uma barreira, principalmente quando se trata de empresas que não vendem habitualmente sorvetes. Dispor de entregas ágeis também é fundamental, evitando que o cliente migre, diante da incapacidade de atender de maneira veloz a sua demanda, para a concorrência; ou ainda que ocupe o freezer com outras categorias de produtos. Como outra barreira, principalmente aplicada a prospecção de novos clientes, estão as condições comerciais. Praticar prazos mais longos de vencimento quando o cliente inicia as vendas permite que o próprio capital vindo do giro dos sorvetes financie as compras: e se o negócio sorvete se pagar para o cliente, se torna mais atrativo por um lado, por outro, a exigência de menor capital aumenta muito o número de clientes potenciais.

24 de Outubro de 2007

Vendas de sorvetes devem crescer de 10 a 15% neste verão

Publicado por admin em Treinamento

Com a proximidade do verão o consumo de sorvetes aumenta: o período que vai de setembro a março é responsável pela venda de 70% da produção de sorvetes do País. As altas temperaturas registradas durante todo o ano de 2007, somadas ao verão, devem resultar num crescimento de vendas de 10 a 15% em relação a 2006, quando o mercado teve uma produção de 505 milhões de litros e um faturamento de R$ 860 milhões, 6% a mais que em 2005.

Segundo o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes – ABIS – um país como o Brasil, porém, não deveria ter esta concentração de consumo de sorvetes somente numa época do ano. Ele acredita que existe um enorme potencial para o crescimento do setor no Brasil e que o baixo consumo local é decorrente de questões culturais. No Brasil o consumo per capita anual é de somente 3,5 litros, menos de um quarto do volume dos países nórdicos, como Finlândia, Dinamarca e Noruega, onde o consumo per capita de sorvete fica em torno de 20 litros por ano. Na Argentina este consumo é de 5 litros e no Chile, de 6,5 litros.

“Aqui existem muitos tabus e paradigmas que estamos tentando desmistificar pouco a pouco”, diz Weisberg. “As pessoas precisam desvincular o prazer de tomar sorvete somente nos dias de calor e sol. Esta atitude é, na verdade, uma limitação cultural e não real, pois o tempo mais frio não impede ninguém de tomar sorvetes. O setor de sorvetes no Brasil tem capacidade de atender o ano todo a mesma demanda que atende no verão”.

Aos esforços já realizados pela entidade nos últimos anos junto a fabricantes, formadores de opinião e consumidores, vai se somar uma grande novidade: duas escolas de samba de São Paulo terão o Sorvete como tema de seus sambas enredo: a Águia de Ouro e a Acadêmicos do Tucuruvi. Dessa forma, acredita o presidente, será possível ampliar a conscientização popular de que o sorvete não é só uma guloseima, mas sim um alimento nutritivo, rico em vitaminas, proteínas, cálcio e que pode fazer parte do cardápio do dia a dia do brasileiro.

Como entidade representante do setor, há cinco anos, a ABIS preconiza a união de toda a cadeia produtiva do sorvete em prol do desenvolvimento geral de todos os envolvidos, sejam empresas de maquinário e equipamentos, de insumos ou de processamento industrial, passando pelos produtores artesanais. “Nós estamos sempre a postos para auxiliar nossos associados, independente do tamanho de cada um”, garante Weisberg. “Nosso objetivo é unificar o país em prol do ‘produto sorvete’ e desenvolver o mercado para que ele atinja patamares condizentes com seu potencial de consumo.

http://www.revistafator.com.br

18 de Outubro de 2007

China terá sorvete com probióticos

Publicado por Osvaldo Costa em Treinamento, Gelados Comestíveis

A fabricante de probióticos China-Biotics assinou um acordo com a companhia de lácteos chinesa Bright Dairy & Food para fornecer probióticos para seus sorvetes, um uso que as companhias afirmam ser inédito na China.

O acordo de fornecimento, inicialmente determinado para uma duração de três anos, é uma indicação da crescente demanda por probióticos na China, disse o diretor executivo da China-Biotics, Jinan Song.

A empresa começará fornecendo os produtos a partir de suas fábricas atuais, mas pretende construir uma nova planta de produção de 150 toneladas, que deverá começar a funcionar no final de 2008.

“Este é um marco significante para nós, destacando a primeira vez que vendemos probióticos como aditivos de alimentos. Com a crescente conscientização sobre saúde dos consumidores chineses, acreditamos que a demanda por aditivos probióticos está crescendo rapidamente”.

Os probióticos são bactérias vivas que em geral são benéficas ao trato digestivo. Uma maior conscientização sobre os benefícios deste produto para a saúde estimulou sua demanda. Este mercado é atualmente estimado em mais de 437 milhões de euros (US$ 587,13 milhões) - e com uma taxa de crescimento de 10-20% ao ano.

A maioria dos alimentos contendo probióticos é refrigerada, visto que a bactéria é destruída pelo calor e outras condições de processamento. Isso dá ao setor de lácteos, que já usa bactérias vivas para a fabricação de iogurtes, uma importante vantagem no setor de alimentos probióticos. Os iogurtes probióticos de beber, por exemplo, são atualmente os produtos lácteos de mais rápido crescimento na Europa.

As informações são do site http://www.nutraIngredients.com

28 de Junho de 2007

24ª edição do Congresso Nacional de Laticínios

O setor de laticínios – com a indústria, as principais empresas de máquinas e equipamentos para o setor, os técnicos e pesquisadores mais renomados do país - tem encontro marcado em Juiz de Fora (MG), entre os dias 16 e 19 de julho, para a 24ª edição do Congresso Nacional de Laticínios, promovido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG)/Instituto de Laticínios Cândido Tostes (ILCT). Trata-se do maior evento brasileiro, referência na América Latina, em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias do queijo e o mais tradicional encontro de laticinistas realizado ininterruptamente há 24 anos.

Como nas edições anteriores, a programação técnico-científica, abrangente e participativa, prevê discussões sobre temas atuais do setor e apresentação de avanços tecnológicos de interesse não só para o Brasil como para o mundo. Prova disto é a participação de vários países neste evento. Durante o 24º Congresso Nacional de Laticínios da EPAMIG/ILCT, os participantes terão a oportunidade de conferir as novidades apresentadas na 35ª Exposição Nacional de Máquinas, Equipamentos, Embalagens e Insumos para a Indústria Laticinista (Expomaq), os produtos que concorrerão no 34º Concurso Nacional de Produtos Lácteos e os lançamentos na 34ª Exposição Nacional de Produtos Lácteos (Expolac), além de agenda

Lançamento de grandes negócios, como acontece em todas as edições do Congresso, a Genkor Ingredientes e Alibra estarão com um stand esperando por sua visita,

Aguardamos você em Juiz de Fora!

Seja bem vindo!

16 de Fevereiro de 2007

Treinamento sobre Nanotecnologia em alimentos.

Publicado por admin em Treinamento

Treinamento Ultrapan sobre Nanotecnologia arquivo reduz - Treinamento Ultrapan sobre Nanotecnologia arquivo reduzido e cortado

Separar microscopicamente uma substância, ou complexo de substâncias, com o fito de liberá-la oportunamente, isto é microencapsulação.
Com variados campos de atuação desde a Cosmecêutica, Nutracêutica, passando à Bionanotecnologia, com encapsulação de organismos vivos, para a vetorização de drogas ao local de aplicação, ocupa hoje papel de vanguarda entre as mais promissoras tecnologias.

Com cápsulas físicas, rígidas, ou microesferas, e cápsulas químicas, ocas, preenchidas por ativos variados, com específicos empregos e missões, as microcápsulas, hoje, são ferramental indispensável na pesquisa, desenvolvimento e industrialização de novos conceitos em produtos.

Neste dia 13 tivemos um excelente treinamento, onde o Sr Eduardo Caritá teve a oportunidade de esclarecer este mundo novo e fantástico da nanotecnologia aplicado em alimentos.

13 de Janeiro de 2007

ABIS faz parceria com ITAL para incrementar ainda mais a indústria de sorvetes.

Publicado por admin em Treinamento

No último dia 13 de dezembro, a Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (ABIS) firmou uma parceria com o Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL, sediado em Campinas) com o objetivo de desenvolver ainda mais a qualidade e competitividade no setor de sorvetes do Brasil.

Por meio deste acordo, segundo Eduardo Weisberg, presidente da ABIS, as duas entidades pretendem reunir suas capacidades e congregar esforços no sentido de criar condições favoráveis para uma futura formalização e execução de projetos destinados à prestação de assistência tecnológica, pesquisas, eventos promocionais e de divulgação, além de ações que visem o fortalecimento das empresas fornecedoras e sub-fornecedoras do setor de sorvetes, qualificando-as para atingir os requisitos técnicos necessários à sua atuação tanto no mercado interno como no externo.

O presidente da ABIS conta que a partir desta parceria, ambos pretendem desenvolver: o apoio tecnológico às empresas fornecedoras do setor de sorvetes, com ênfase para os assuntos voltados à tecnologia industrial básica; o apoio ao desenvolvimento e implantação de metodologias otimizadoras definidas em conjunto; ações conjuntas visando atingir os objetivos estratégicos da ABIS na disseminação da otimização técnica e da qualidade de produtos e serviços oferecidos pelos fornecedores do setor; o incentivo e apoio ao fortalecimento, em bases competitivas, da capacidade industrial do setor, instalada no País e o assessoramento técnico no âmbito do acordo firmado.

O Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL) é um órgão de pesquisa vinculado à Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios – APTA (www.apta.sp.gov.br) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Tendo como missão a “Pesquisa, Desenvolvimento, Inovação, Assistência Tecnológica e Difusão do Conhecimento Técnico-Científico para o Agronegócio, em benefício da Sociedade”, o ITAL está instalado em Campinas, interior de São Paulo.

O ITAL tem uma ampla frente de atuação, abarcando todos os aspectos envolvidos no processamento de alimentos, como: projetos de desenvolvimento de novos produtos, processos e sistemas de embalagens; consultoria; avaliação e controle da qualidade da matéria-prima e do produto acabado; realização de estudos de vida-de-prateleira; emissão de laudos e pareceres técnicos; realização de perícia em processos de fabricação, comercialização e situação de litígio; produção de publicações e serviços de informação tecnológica; participação em comissões técnicas nacionais e internacionais para estabelecimento de legislações e promoção de cursos seminários e workshops, entre várias outras atividades.

31 de Dezembro de 2006

FELIZ ANO NOVO !!!!

Publicado por Total Food em Treinamento, Sistemas de Gestão

“Que neste novo ano,
você possa sentir o
quanto a vida é valiosa.
Vamos sorrir pelo que
conquistamos ao invés de
chorarmos pelo que perdemos.
Vamos valorizar o que temos
ao invés de lamentarmos
o que nos falta.
Vamos agradecer o
que nos foi dado
ao invés de lastimarmos
o que nos foi tirado.
Vamos viver intensamente
dia após dia,
atentos a cada lição;
Felizes com pequenas
e grandes conquistas.
Vamos Celebrar cada dia.
E com certeza sentiremos
o sabor da felicidade.”

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